A equação é fácil de ser entendida e resolvida. A gestão do governador João Azevêdo (Cidadania), o mesmo que as “grandes” mentes das ciências políticas Tabajara afirmavam ser ele um homem técnico, limitado e subserviente ao ex-governador Ricardo Coutinho, pondo-o na ridícula posição de “poste”, caiu por terra.

No seu primeiro ano de mandato foi alvo da fúria de ex-aliados por não concordar com as conclusões da Operação Calvário, que vem pondo a Paraíba nos eixos, seguindo o ponto principal; qual seja; extirpar a corrupção no estado.

Afeito ao diálogo, não há “chibatadas” ou cooptação política; o chefe do Executivo paraibano vem dando respaldo a ações, projetos de lei e outros expedientes que possam melhorar a vida do povo paraibano. E aqui se faz importante ressalva: a sintonia harmônica com o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB).

Goste ou não da maneira de conduzir uma administração estadual, o leitor tem que observar os avanços na gestão do atual governador. E aqui faço uma observação: todos sabem que a Paraíba é um estado pobre, não havendo “mágica” para cobrir todas as demandas exigidas pela população. Cobranças naturais e legítimas.

Mas a operosidade do governo é de grande qualidade. Temos a Polícia Militar menos letal do país, uma relação natural com o Governo Central para a liberação de verbas, que os radicais consideram tal fato como “traição”, esquecendo que vivemos numa unidade federativa que está na Constituição.

Ou devemos se transformar numa “ilha” similar a Cuba ou a devastada Venezuela, por não manterem diálogo com países antagônicos. Países esses que, de forma vil, adotaram políticas maléficas, como embargos econômicos que refletem diretamente na população.

Recapitulando o que acabei de escrever, João Azevêdo não é um adepto de Bolsonaro. Mas o tal “mito” é o presidente da República. Aquele que detém a caneta azul para a liberação de verbas federais, e ponto final. Numa outra gestão federal, mais progressista, o diálogo certamente irá fluir de uma forma mais célere e equânime. Mas por enquanto é isso que a Paraíba dispõe e depende.

Investimentos

No seu primeiro ano de governo (ano conturbado) Azevêdo alocou R$ 1 bilhão em todas as regiões do Estado. E melhor: em setores e políticas publicas vitais para a sociedade, como educação, segurança, infraestrutura e respeito ao funcionalismo público.

Mas tudo pautado na Lei de Responsabilidade Fiscal, a fim da Paraíba não entrar no “SPC” da União. E nesse caldo grosso, vem sendo formulada importantes parcerias para dinamizar, até que em fim, a economia local.

Na área do Turismo, serão iniciadas a construção do Centro de Convenções de Campina Grande, de resorts no polo Cabo Branco e da 3ª etapa do Parque Parahyba e realizada a ampliação da participação dos artesãos nos salões de João Pessoa e Campina Grande, resultando em investimentos de R$ 153 milhões.

O gestor também anunciou investimentos de R$ 1,8 bilhão para o ano de 2020, que incluem concursos para o magistério, Porto de Cabedelo, Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Em suas palavras, serão investidos R$ 1,8 bilhão de investimentos para 2020. Esse é o limite de investimento que a Paraíba consegue operar, afinal, ninguém acha “botija” em quintal próprio ou alheio.

E para encerar, o diálogo entre Azevêdo, sua bancada federal e estadual, bem como a própria oposição sempre foi pautada no respeito; respeito vindo de todos. Em suma: essa é a nova gestão. Um novo estilo de governar. E que se mantenha dessa forma ou para melhor.

Eliabe Castor
PB Agora

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