O intrincado jogo de xadrez relativo às eleições municipais em João Pessoa vem ganhando mais peças na disputa. Nomes já postos como o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB), o ex-deputado estadual Raoni Mendes (DEM), o comunicador Nilvan Ferreira (MDB) são alguns que merecem ser lembrados como prefeitáveis. Ainda há forte especulação em relação ao ex-senador Cícero Lucena, hoje filiado às hostes do Partido Progressista, o deputado Walber Virgolino (Patriotas) e seu colega na Assembleia Legislativa da Paraíba, Eduardo Carneiro PRTB.

Novos nomes na disputa

E como falei anteriormente, o jogo vem ganhando mais peças. Para colocar mais lenha na fogueira junina no grande “arraia” da Capital , o deputado federal Paulinho da Força, presidente nacional do Solidariedade, desembarcou no aeroporto Castro Pinto para lançar o vereador João Almeida como postulante do partido.

Não só colocou o nome de João Almeida na disputa como garantiu uma estrutura poderosa para dar força e visibilidade à futura candidatura do vereador. Satisfeito, o parlamentar afirmou à coluna que entrará nas eleições de forma real. “Não vou fazer figuração”, avisou.

PT entra na disputa

Na busca de reaver seu protagonismo político, muito afetado nas últimas eleições presidenciais, o Partido dos Trabalhadores já carimbou o nome do deputado estadual Anísio Maia para a disputa à prefeitura de João Pessoa. A garantia veio do presidente estadual do PT da Paraíba, Jackson Macêdo, e animou a militância, sempre forte, e o próprio parlamentar.

Esposa de RC pode ser mais uma candidata

E o jogo não pode parar. Outra que pode sair postulante é a esposa do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), Amanda Rodrigues, filiada ao mesmo partido do esposo. A presidente do diretório municipal do Partido Socialista em João Pessoa, Cassandra Dias, confirmou a possibilidade. Aliás, a coluna já havia ventilado essa perspectiva há algumas semanas. E se o fato, de fato, ainda não aconteceu, tem tudo para acontecer.

É muita gente para um só cargo

Pois bem leitor! Como se pode identificar é cacique demais para poucos índios. Ou muita gente disputando um só cargo. Mas o processo democrático permite e não impõe um número específico para prefeito, desde que cada partido tenha apenas um na disputa.

Eliabe Castor
PB Agora

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