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ALPB dispõe de R$ 300 milhões e muitos cargos

Futuro presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba terá em mãos a bagatela de R$ 300 milhões e muitos cargos Com prerrogativa de comandar os destinos da Assembleia Legisltaiva da Paraíba, futuro presidente dispõe de R$ 300 milhões e muitos cargos

Sucessão na AL envolve receita de quase R$ 300 mi e muitos cargos

Com a prerrogativa de comandar os destinos da Casa, contratar servidores e administrar os recursos financeiros e diante de um orçamento previsto em R$ 292,5 milhões para 2011, os cargos mais disputados na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba são o de presidente, 1º e 2º secretários.

São apenas oito os cargos disponíveis no comando da Casa de Epitácio Pessoa – presidente, 1º, 2º e 3º vice-presidentes, 1º, 2º, 3º e 4º secretários ­–, mas as articulações começaram no ano anterior ao da eleição, prevista para 1º de fevereiro próximo, após a posse dos novos deputados.

Apesar da eleição ocorrer mediante votação secreta, são as negociações prévias que decidem o resultado. Com uma ofensiva pesada e 28 votos por sua reeleição, o atual presidente da Mesa deputado Ricardo Marcelo (PSDB) é o candidato favorito, em um processo eleitoral que nos últimos dias vem sendo polarizado por ele e pelo deputado Lindolfo Pires (DEM).

Deputados como Manoel Ludgério (PDT), Tião Gomes (PSL) e Antônio Mineral (PSDB) também postulavam o cargo. Os dois últimos , contudo, renunciaram à disputa para apoiar Lindolfo. A maioria dos deputados defende a eleição de uma mesa eclética, com a participação de todos os partidos.

Ocupar algum cargo na Mesa garante ao parlamentar comandar a Assembleia Legislativa não só no aspecto administrativo, mas dá prestígio e vantagem em relação aos demais deputados. Os cargos que atuam diretamente com os parlamentares e com a Assembleia são presidente, 1º e 2º secretários. “Porque eles é quem têm autonomia, pelo Regimento da Casa, de assinar atos de nomeação, atos de exoneração, cheques e pagar as despesas da Casa junto aos funcionários e aos deputados”, revelou o deputado Pedro Medeiros (PSDB). “Mas tudo tem que passar primeiro pelo presidente. Se o presidente não assinar, a assinatura dos dois não vai valer. O presidente assinando e um dos secretários assinando, prevalece”, esclareceu.

 

PB Agora

com Jornal da Paraíba

 

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