Afastado do mandato por decisão judicial, o prefeito eleito de Bayeux, Berg Lima, negou, durante entrevista na tarde desta terça-feira (16), a possibilidade de renunciar ao mandato, como especulado pelo programa Arapuan Verdade, veiculado no dia de hoje.

Segundo ele, a informação se trata de uma estratégia da oposição.
“Isso é jogo da oposição”, disse.

A tese de renúncia de Berg serviria para forçar novas eleições municiais na cidade, dessa vez de forma indireta, pela Câmara de Vereadores.

Berg deixou o cargo dia 20 de maio acusado de contratar servidores fantasmas para a prefeitura de Bayeux em 2017. A decisão, que teve como relator o desembargador Joás de Brito, aceitou em parte a denúncia do MPPB e descartou o pedido da prisão preventiva, apesar de aceitar o pedido de afastamento para “garantia da ordem pública e do erário municipal”, uma vez que o afastamento cautelar se dá quando fica demonstrado na denúncia que a permanência do denunciado no cargo pode “reiterar condutas ilícitas” e atrapalhar o andamento do processo.

No lugar de Berg assumiu o então presidente da Câmara, Jefferson Kita.

Nos bastidores, também circula a informação de que o prefeito afastado de Patos, Dinaldinho Wanderley (PSDB) também estaria estudando a tese de renúncia do cargo para forçar eleições indiretas na cidade. A informação, no entanto, não foi confirmada pelo gestor.

PB Agora

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