Ao analisar o assunto dominante na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) nos últimos dias, que foi o pedido de impeachment do governador João Azevêdo (Cidadania) e da vice-governadora, Lígia Feliciano (PDT), protocolado pela bancada de oposição, bem como a possibilidade de uma Comissão Mista de Inquérito (CPI) para investigar os efeitos da ‘Operação Calvário’, o líder do governo na ALPB, Ricardo Barbosa (PSB), disse não acreditar na consumação destes pedidos.

De acordo com Barbosa, a orientação para os membros da bancada é de barrar o andamento de ambos os processos. “A orientação para a bancada é barrar, se algum desses chegar ao plenário, pois ainda estão em analises. No caso esse pedido de impeachment, está na procuradoria e dependendo do encaminhamento da procuradoria, nós nos  posicionaremos. Ai vamos fazer o papel natural da bancada de sustentação”, disse Ricardo Barbosa.

Na avaliação de Barbosa, a oposição está cumprindo o seu papel na casa legislativa, mas não há motivo que legitime o afastamento do governador e sua vice. “Vamos ter a cautela devida para fazer o enfrentamento e o bom debate, como sempre fizemos, mas eu não creio que prospere (…) Não vejo motivação, nem razão palpável, que dê legitimidade a qualquer ação da Assembleia Legislativa no sentido da não permanência do governador João Azevêdo no comando do Poder Executivo”, disse o socialista.

Sobre a possibilidade de uma ‘CPI da Calvário’, o líder governista disse não observar necessidade para tal, tendo em vista que essa está na sétima fase e tendo como responsável os entes que tem as prerrogativas formais e legais para tal investigação que é o MP com a colaboração do GAECO, “Então não vemos necessidade para trazer esse assunto para a Assembleia Legislativa.  E para nós esse é o limite de atuação da ALPB, neste assunto”, comentou.

 

Redação

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