De olho em 2014: favorito para substituir Cícero Lucena flerta com empresários e pode ter eleito suplentes para o Senado

Favorito, segundo as últimas pesquisas, para ocupar a vaga do senador Cícero Lucena (PSDB) no Congresso Nacional na disputa eleitoral de 2014, o vice governador Rômulo Gouveia (PSD), já estaria traçando estratégias para montagem da chapa e a consequente escolha dos seus dois suplentes para o posto.

O ‘novidade’ foi contada pela jornalista Aline Lins, na coluna em foco, do Jornal da Paraíba nesta terça-feira (22). Segundo a nota, intitulada de ‘CARDÁPIO’, nesse final de semana o vice governador passou o final de semana almoçando com dois empresários, ambos filiados também ao PSD, para conversar sobre a parceria na disputa do ano que vem.

Diz a nota.


CARDÁPIO


No último final de semana o vice governador da Paraíba Rômulo Gouveia almoçou com o empresário Arione, paraibano de Catolé do Rocha e dono de uma rede de óticas que atua também na Paraíba e com o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, FIEP, Buega Gadelha, ambos recém filiados ao PSD. O comentário em Campina Grance é que no “cardápio” o assunto tratado era de que um deles venha a ser o primeiro suplente e o outro o segundo suplente de Rômulo que pretende concorrer ao Senado em 2014.

A informação coloca Rômulo como um seguidor dos passos dos atuais senadores, que adotaram a mesma estratégia e lograram êxito no pleito de 2010. Cássio colocou o empresário Deca do Atacadão como seu primeiro suplente, já o senador Vital do Rêgo colocou o também empresário Raimundo Lira como seu suplente. O único que não adotou essa estratégia foi Cícero Lucena, que emplacou o deputado Carlos Dunga (PTB) no cargo de suplente no Senado Federal.

Presidente estadual do PSD, Rômulo reafirmou que é pretenso candidato à vaga do Senado, que será deixada por Cícero Lucena (PSDB). Ele disse ainda que vem trabalhando a pré-candidatura e, caso seja eleito em 2014, trabalhará apenas em prol da Paraíba.

– Se for senador, irei representar a Paraíba, independente de quem esteja no comando do Executivo estadual. A Constituição é clara e diz que o papel do senador é representar o Estado, e muitas vezes, alguns senadores ficam contra, em função da questão local. A população não pode e nem deve ser penalizada em função disto – afirmou o vice-governador.

 

Márcia Dias/ Henrique Lima


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