Em nota de esclarecimento enviada à imprensa o a Infraero lamentou o falecimento do bebê de um ano e dois meses que morreu  ontem (04) depois de passar mal no aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa, os membros da Infraero se solidarizaram com os familiares da criança.

 

Confira a nota da Infraero na íntegra:

 

A Infraero lamenta o falecimento da criança e se solidariza com seus familiares. A empresa esclarece que prestou assistência, acionando os bombeiros da Seção Contra Incêndio do terminal, bem como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), conforme estabelece o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil 153 (RBAC).

 

Entenda o caso – Ontem (04) ocorreu um fato inusitado, um bebê de um ano e dois meses morreu depois de passar mal no aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. A informação foi passada pela família do bebê, que são da cidade de Cacimba de Areia, no sertão do estado. A família contou que estava embarcando para o Rio de Janeiro, quando o bebê passou mal.

 

De acordo com a família, a criança começou a ficar com a boca roxa e os lábios secos. A mãe e a tia tentaram buscar pelos primeiros socorros no aeroporto, mas informaram que não havia posto de enfermagem no local, nem balão de oxigênio, nem qualquer outro equipamento que pudesse socorrer a criança. Ainda segundo a família, um médico que estava no aeroporto prestou os primeiros socorros. O Samu de Santa Rita foi acionado e atendeu a criança, mas ela não resistiu e morreu.

 

O que diz o manual da Infraero – O manual de procedimentos da Infraero, disponibilizado no site da instituição. De acordo com o manual, entende-se como 'Emergências Médicas', "situação em que passageiros e tripulantes venham a necessitar de atendimento médico por decorrência de mal súbito, mal-estar ou consequências de acidentes”.

Em casos deste tipo, o manual afirma que, se houver emergências, um representante da Infraero deve acionar o serviço de atendimento de emergência do aeroporto, se houver, e, se necessário, acionar os serviços hospitalares externos, como ambulâncias.

 

O que diz o Samu – De acordo com a coordenação do Samu, quando o serviço foi acionado foi enviada uma ambulância da cidade de Santa Rita que, ao chegar percebeu que a criança precisa de uma ambulância de suporte avançado, que é mais equipada. Ainda segundo a coordenação, o Samu prestou os primeiros socorros e levou a criança para o Hospital Municipal do Valentina, em João Pessoa.

 

 O que diz o Hospital – Segundo o Hospital, a criança teve uma crise convulsiva, seguida de uma parada cardio-respiratoria. Foi atendida pelo Samu, mas já chegou sem vida no hospital. De acordo com o procurador e diretor do MP-Procon, Glauberto Bezerra, não há lei que obrigue os aeroportos a ter posto de atendimento médico em suas dependências. Segundo o procurador, o MP-Procon já luta para a implantação de um posto deste tipo no aeroporto Castro Pinto, mas ainda não teve atualizações nas conversas.

 

 Redação

 


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