Por pbagora.com.br

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) de  Campina Grande, realizou, na manhã desta sexta-feira (4), a Operação Araxá I, que teve como objetivo combater crimes patrimoniais praticados por um grupo criminoso que atua vendendo drogas no Bairro do Araxá na Zona Norte da cidade. Os investigados também seriam responsáveis por roubos de veículos e homicídios em Campina Grande. Na ação, foram presos José Silva Bezerra, 19 anos, Henrique Bruno da Silva, 24 anos, Diego Alexandre Pereira da Costa, 23 anos e Caio Alexandre Lopes Paulino, 18 anos. Também foi apreendida uma adolescente de 15 anos.

 

Os policiais chegaram até os suspeitos quando investigavam uma denúncia anônima feita para o Disque Denúncia 197 na manhã desta sexta-feira. “Esta quadrilha é investigada por várias Delegacias. E hoje recebemos uma informação de que eles estavam escondidos neste imóvel e que teriam praticado um assalto nas Malvinas. A equipe foi até a casa e lá foi recebida de maneira hostil. Um dos integrantes do grupo criminoso tentou atirar contra os policiais, mas a munição não disparou”, disse o delegado Victor Melo. 

 

Na casa onde os investigados estavam foi encontrada uma grande quantidade de material ligado ao tráfico de drogas, como balança de precisão, embalagens plásticas, dinheiro trocado, cerca de 2 kg de maconha embalada em tabletes, pacotinhos com maconha prontos para venda, porções de crack, cocaína, loló, um revólver e munições, uma maquineta de cartões de crédito, o que levanta a suspeita de que os usuários pagavam as dívidas de drogas com cartões, uma touca usada normalmente para proteger o rosto durante a prática de crimes como roubos e assaltos, além de vários aparelhos celulares. 

 

Os presos foram encaminhados à DCCP, onde foram ouvidos e autuados por tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e crime de corrupção de menores. Eles foram levados para a carceragem da Central de Polícia no Catolé e vão aguardar pela audiência de custódia. Já a adolescente apreendida com o grupo foi levada para o Juizado da Infância e da Juventude, que vai decidir como ela deve cumprir a medida socioeducativa.   

 

 


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