A TV Assembleia iniciou, nessa quinta-feira (28), campanha de alerta contra fake news com o objetivo de instruir a população a identificar e evitar repasse de notícias falsas na internet. O conteúdo jornalístico da campanha traz entrevistas com especialistas que demonstram os tipos de fake news espalhadas pelas redes sociais e como o compartilhamento de mensagens não verdadeiras pode afetar de forma negativa a sociedade.
 
O sociólogo Bruno Pontes explica que a prática de desinformação é antiga e foi adaptada de acordo com o momento histórico. “Na Guerra Fria se utilizava de uma informação falsa para disseminar a desorientação e desorganização do Estado predominante. Então, isso ficou arraigado em algumas culturas militarizadas e, nos últimos 10 anos, a gente acabou percebendo, durante as campanhas eleitorais, o início da utilização dessa contra-informação para poder alcançar e conduzir as estruturas políticas”, afirmou.
 
Atualmente, a veiculação de notícias falsas se tornou um fenômeno recorrente nas redes sociais, sobretudo no Facebook e em grupos de WhatsApp com propósitos diversos, incluindo ações de natureza criminosa, como a difamação. “O cidadão precisa se precaver nesse sentido. Se for vítima, reportar às autoridades policiais, que é importante, e provocar também o Poder Judiciário. Consequentemente, se for um crime contra a honra, deve procurar um advogado, impetrar uma queixa-crime, de forma a se defender e se resguardar”, alertou a advogada Yasmim Mendonça.
 
Para identificar se uma notícia é falsa, os usuários de redes sociais precisam tomar os seguintes cuidados:
 
1.            Certificar sobre a fonte: verificar a reputação da origem da notícia, assim como pesquisar se a mesma possui CNPJ ou jornalista responsável pelo conteúdo.
2.            Ficar alerta com notícias seguidas de pedidos de compartilhamento.
3.            Procurar em mais de uma fonte e ver se grandes veículos de comunicação repercutiram a mesma informação.

 

Redação

 


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