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TCE-PB discute com especialistas crise hídrica no Semiárido paraibano

 Algumas das maiores autoridades e especialistas do País em previsão e mudanças climáticas, em abastecimento e gestão dos recursos hídricos, participam nestas quinta e sexta-feira (1 e 2) do seminário “A Crise Hídrica no Semiárido Paraibano”, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba. As palestras e debates acontecerão, pela manhã e à tarde, no Auditório Celso Furtado do Centro Cultural Ariano Suassuna, pertencente ao TCE-PB.

Realizado em cooperação com a Universidade Federal da Paraíba-UFPB, Universidade Federal de Campina Grande UFCG e Estadual da Paraíba – UEPB, o evento abre a programação de palestras e debates às 9:10h, abordando “As Mudanças Climáticas em seu Significado para o Desenvolvimento do Nordeste do Brasil”.
A exposição do tema será feita por Paulo Nobre, climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e que foi, até ano passado, o coordenador da Rede Brasileira de Pesquisas em Mudanças Climáticas Globais Rede Clima.

Doutor em Meteorologia pela University of Maryland, com pós-doutorado pela Columbia University – ambas universidades americanas-, hoje ele coordena o desenvolvimento do Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre-BESM, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/ Inpe.

A segunda palestra, às 10h, com o tema ‘Anatomia da seca no Nordeste e previsão climática sazonal’, será ministrada por Lincoln Muniz Alves, também doutor e pesquisador, desde 2010, do Grupo de Mudanças Climáticas do Inpe. Com experiência na área de Geociências, com ênfase em Climatologia, Lincoln Muniz participa atualmente de vários projetos de pesquisa com instituições brasileiras, inglesas, francesas e americanas.

Para o presidente do TCE-PB, conselheiro Arthur Cunha Lima, que abre o evento às 8:30h, o seminário constitui uma oportunidade importante para a região Nordeste, “pela possibilidade de apontar caminhos e alternativas para os principais problemas do Semiárido, a exemplo da gestão e qualidade das águas, do abastecimento, e da expectativa de chegada da água da Transposição”.

 

Redação com ascom do TCE

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