Por pbagora.com.br

O secretário estadual da Administração Penitenciária (Secap), Carlos Mangueira anunciou em visita a cidade de Sousa na tarde desta terça-feira (20) que o Governo do Estado realizará reformas na estrutura física e na segurança da Colônia Penal, bem como a construção de um presídio feminino com condições adequadas exigidas pelo Ministério da Justiça.

Carlos Mangueira adiantou que os recursos para instalação da nova unidade prisional que será erguida dentro da área da Colônia Penal serão disponibilizados através do BNDES. O secretário adiantou que recebeu a informação da área de planejamento do Estado que a licitação se dará em breve, uma vez que o dinheiro poderá ser depositado a partir da próxima semana.

O secretário esteve reunido com o promotor de justiça Manuel Pereira de Alencar, responsável do Ministério Público na Vara de Execuções Penais e com o diretor da Colônia Penal de Sousa, Sargento Francisco Coura. Na visita foram inspecionadas todas as instalações da unidade prisional.

Albergados em local próprio
Os presos albergados serão transferidos em breve para o prédio onde funcionou por muitos anos a Cadeia Pública, no Bairro da Estação. Sobre o assunto, o secretário tranquilizou os moradores da área uma vez que a presença destes apenados não causará transtornos a população vizinha.

Mangueira explicou que a legislação determina que os albergues sejam construídos dentro das cidades para facilitar a ressocialização dos presidiários. “O medo que a sociedade possa ter da presença dos albergados não tem fundamento perante as estatísticas”, disse. O secretário revelou também que o albergado (aquele preso que cumpre pena a noite e nos finais de semana) respeita o seu local de dormir e levantamentos apontam que no entorno das instalações não há registros de ocorrências.

MP aprova
O pensamento do chefe da Administração Penitenciária é aprovado pelo Ministério Público de Sousa. Na opinião do promotor de justiça Manuel Pereira, a transferência dos albergados para um local específico traz mais segurança, tanto para os profissionais quanto para a sociedade.

Para o representante do Ministério Público, com a mudança haverá um controle melhor, pois o contato com os demais presos será menor e dificultará, por exemplo, a entrada de drogas e bebidas no presídio. “A regra geral demonstra que não há perigo para moradores que residem perto de albergues”, finalizou o promotor.

Diário do Sertão

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