A última pesquisa de preços realizada pelo Procon de Campina Grande demonstra que o campinense pagou R$ 23,48 a mais na compra da Cesta Básica Regional, que este mês custou ao consumidor R$ 550,89. Comprometendo 52,7% no rendimento familiar de quem ganha um salário mínimo de R$ 1.045,00, restando 494,11 reais para outros compromissos, tais como água, energia, internet, transporte dentre outras despesas.

Em comparação com o mês de janeiro cujo preço médio foi de R$ 527,41 constata-se um aumento de 4,5%. Para este mês foram visitados 60 estabelecimentos no período de 04 a 10.

No site do Procon https://procon.campinagrande.pb.gov.br/ o consumidor poderá ver que alguns produtos apresentam uma grande diferença de preços entre os 60 estabelecimentos visitados. O grupo das Carnes e Derivados mostra que o quilo da carne de sol, apresentou uma variação de preços de 63%, ou seja, o produto pode ser encontrado a preços que vão de R$ 15,06 a R$ 38,96. Já o frango apresentou uma variação de 105,5%, o quilo pode ser comprado por valores que vão de R$ 5,79 a R$ 11,90.

Dentre os produtos de Higiene e Limpeza, como a pesquisa não é feita em cima de marcas, mas sim em termos de menor preço, alguns produtos apresentam uma grande diferença de valores. Como é o caso do desodorante aerossol, que dependendo da marca o produto pode custar de R$ 4,29 a R$ 13,49. Assim como a água sanitária que pode ser adquirida por preços que vão de 0,99 centavos a R$ 3,79.

Entre os Farináceos, os preços do biscoito água e sal chega a variar 165,8% e da goma de tapioca 133,8%. Já no grupo dos Temperos, o sal moído apresentou variação de 225,8% e o vinagre 204,1%.

E no grupo dos Hortifrútis o alho sempre chama a atenção, quem quiser usar esse tradicional tempero, se não pesquisar antes, pode pagar quase 29 reais a mais no quilo do produto. O pimentão verde também se destaca, chega a ser encontrado a preços que variam de 0,89 centavos a R$ 5,99. Entre as frutas o destaque vai para o maracujá, quem pesquisar pode economizar até R$ 8,40 na compra deste fruto muito utilizado no preparo de doces e sucos.

No material produzido pelo Procon o campinense terá acesso a todos os endereços e valores cobrados pelos estabelecimentos. “É aconselhável que o consumidor antes de fazer suas compras do mês veja qual o comportamento de preços nos estabelecimentos que costuma ir com frequência. E ao se decidir, já no supermercado, o consumidor não deve esquecer de olhar se além do preço baixo o produto está com prazo válido para consumo. As vezes as atrativas promoções escondem produtos vencidos e impróprios para o consumo humano. Se o consumidor se deparar com uma situação destas, deve imediatamente acionar o Procon no 151 ou 98185-8168 para que as devidas providências sejam tomadas” orienta Rivaldo Rodrigues coordenador executivo do Procon de Campina Grande.

 

Codecom

Deixe seu Comentário
Notícias relacionadas

Vídeo: açude sangra em Cajazeiras e Inmet emite alerta para mais chuvas no Sertão

A madrugada desta segunda-feira (24) foi de fortes chuvas no Sertão paraibano, o que fez com que o Açude Grande, na cidade de Cajazeiras, no Alto Sertão, sangrasse. O Instituto…

Mais de 1.300 infrações de trânsito já foram flagradas pela PRF durante o Carnaval, na PB

A Polícia Rodoviária Federal já flagrou 1.393 infrações de trânsito durante a Operação Carnaval , que iniciou na última sexta-feira (21) e vai até quarta-feira (26) de cinzas. Nesse período…