A Paraíba conseguiu emplacar três paratletas na seleção que representará o Brasil no Campeonato Mundial de Atletismo, que será disputado em Londres, de 14 a 23 de julho. O nomes dos integrantes da delegação brasileira foram anunciados no início da semana, pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, durante evento no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Estão na lista dos 25 paratletas, os paraibanos Petrúcio Ferreira, Ariosvaldo Fernandes e João Luiz dos Santos, todos com chances claras de medalhas. Os paraibanos já são bastante conhecidos no cenário nacional e internacional paralímpico, inclusive, detentores de vários títulos. Natural de São José do Brejo do Cruz (PB), Petrúcio Ferreira é considerado o maior fenômeno nacional nos 100 e 200m livres, categoria T47 (amputação de braços). Entre suas principais conquistas estão ouro nos 100m e prata nos 400m e no revezamento 4x100m T42- 47 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro nos 100m e nos 200m nos Jogos Pan-americanos de Toronto 2015; atual recordista mundial nos 100m (10s57) e nos 200m (21s49). Ariosvaldo Fernandes, outro representante do Estado na Seleção Brasileira que vai disputar ao Mundial de Atletismo, em Londres, é natural de Campina Grande e compete na categoria T53.

Entre as principais conquistas estão: prata nos 100m e nos 400m nos Jogos Parapan- Americanos de Toronto 2015; bronze nos 100m no Mundial de Atletismo de Lyon 2013; ouro nos 100m e nos 200m, e prata nos 400m nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; ouro nos 100m e nos 400m, e prata nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007. João João Luiz dos Santos é natural da cidade de Santa Rita e traz no currículo a medalha de bronze no lançamento de disco no Mundial de Christchurch 2011 e ouro no lançamento de disco nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.

A lista de convocados por parte da CPB conta com a experiência de atletas que já brilham em competições internacionais. Na atual delegação, 17 atletas estiveram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Destes, 12 subiram ao pódio e foram responsáveis por 18 medalhas em solo carioca. Um ano antes, no Mundial de Doha, no Qatar, 10 dos convocados para Londres foram responsáveis por 13 medalhas do país.

 



Redação

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