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Opinião: Quem são os bandidos de farda que foram presos ontem? Não têm nomes?

Pobres, negros e outros desamparados da vida, especialmente, são presos e humilhados todos os dias nesta Paraíba de meu Deus; são mostrados pelas câmeras de televisão sendo execrados bem na cara da polícia, que compactua com todo aquele espetáculo ridículo e humilhante.

Todo o tipo de humilhação a que são submetidos é mostrado, ao vivo e em cores. Seus nomes são estampados e amplamente divulgados em tudo que é veículo de comunicação.

Pois bem: soube-se nesta quinta-feira (27), pela imprensa, que quatro policiais militares foram presos em João Pessoa porque compunham uma quadrilha que praticava tortura, extorsão e peculato. E ainda usavam munições de uso restrito e substância semelhante à cocaína.

Melhor dizendo: pegaram os bandidos de farda; que é o pior tipo de bandido, porque opera sob o manto da autoridade que tem o dever de proteger a sociedade dos malfeitores.

Seus nomes? Ora, ninguém sabe, ninguém viu…

A crônica policial, incluindo aquela banda podre que gosta de humilhar presos, nem se interessa por investigar, por descobrir como se chamam os bandidos de farda levados para o xilindró, para tornar públicos os seus nomes a fim de que a sociedade se previna contra eles.

Ah, não pode, por que são apenas acusados, apesar das evidências, não é?

Mas porque esta regra também não vale para os pobres, negros e desvalidos que vemos todos os dias nas telinhas sendo execrados?

Em defesa.
Em pronunciamento, a senadora paraibana Nilda Gondim (MDB) defendeu, o fortalecimento da gratuidade da universidade pública brasileira, sobretudo para que as camadas mais pobres possam ter acesso ao ensino superior, à pesquisa e à extensão.

Na sessão remota, Nilda requereu a transcrição, no Diário do Senado Federal, do manifesto “Educação contra a Barbárie”, lido pelo reitor da Universidade Federal da Bahia, professor João Carlos Salles, durante Ato Público Nacional em Defesa da Educação que reuniu, na sede da UFBA, no dia 18 de maio (terça-feira), estudantes, professores e técnicos em Educação de todo o Brasil.

No documento citado pela senadora paraibana, o reitor da UFBA afirmou que “o Ato Público em Defesa da Educação foi um exemplo da unidade da Universidade na luta pela ampliação dos direitos de enfrentamento aos preconceitos como um lugar de Ciência, Cultura e Arte”. Salles conclamou toda a sociedade brasileira a “se envolver na luta contra o desmonte das universidades, contra o desrespeito à autonomia universitária, contra a perseguição a professores, técnicos e estudantes, contra a liberdade de opinião e de imprensa”.

Pezinho
Mais de um ano depois de virar Lei na Paraíba, a adoção na rede pública de saúde do Teste do Pezinho Ampliado agora passa a ser uma ação adotada pelo Sistema Único de Saúde em nível nacional.

A Paraíba foi pioneira no Nordeste com essa ação graças à iniciativa do deputado estadual paraibano Jeová Campos, autor de um PL que virou a Lei Nº 11566 e ao empenho da equipe da Secretaria de Estado de Saúde.

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