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Opinião: levar a sério o combate ao coronavírus fechando igrejas e abrindo bar? Nunca!

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado volta a celebrar missas com presença de fiéis
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Vamos combinar: alguém de bom senso pode levar a sério uma proposta de enfrentamento de uma pandemia de um vírus letal que se propaga através das pessoas, fechando igrejas e deixando bares abertos?

Claro que não. Não tem lógica.

Esse tipo absurdo só dá margem a ilações do tipo: “Não fecham os bares porque o filho do prefeito de João Pessoa é dono de um”, como estamos cansados de ouvir comentários de ouvintes em emissoras de rádio; ou porque o governador é amigo de não sei quem, que também é amigo de dono de bar, restaurante e casa de show etc e tal.

Citamos bares pelo grau de absurdo que a coisa denota. Mas abrem vários outros segmentos que são redutos de grandes aglomerações, como shoppingcenters, supermercados, restaurantes e diabo a quatro.

E os transportes coletivos lotados. Lotam nas paradas de ônibus, nos terminais e depois dentro dos coletivos. 

Como evitar a contaminação dentro daquelas latas de sardinha?

Falta coragem

Na verdade, o que falta aos nossos governantes é coragem para enfrentar o problema de cara, no peito e na raça, doa a quem doer.

Se tivessem tido a coragem de decretar lockdown logo no início da pandemia, não estaríamos passando por esta situação dramática.

Fecha geral por 40 dias. Para tudo. Interromperia a cadeia de propagação do vírus e, no retorno, a situação estaria dentro de controle.

Economia

A economia sofre? Sofre, tudo sofre. Essa pandemia é coloca a humanidade em xeque humanidade. Uma verdadeira sinuca de bico.

Só que a economia, em quaisquer circunstâncias se recupera. As vidas perdidas, não.

No caso de radicalizar nas medidas, perderíamos alguns dólares, alguns empregos, mas sobraria gente para ir tocando a economia. Os dólares retornariam e os empregos também.

Radicalizar

Por que o Estado precisa radicalizar? Primeiro porque vivemos uma situação que foge ao controle. Segundo porque o nosso povo não tem educação e consciência suficientes para entender que o bar e a balada significam propagação do vírus, doença e morte.

Convenhamos: decreto para enfrentar coronavírus com igrejas fechadas e bares abertos também fortalecem a falta de consciência do povo; contemplam a ignorância, que é um dos  principais parceiros do coronavírus.

Ou, repito, será que alguém acredita que bar e restaurante nenhum vai controlar seus clientes? Ou mesmo que o bar estará preocupado com outra coisa e não ser com lucro?

Autismo

O vereador campinense Olimpio Oliveira teve aprovado, na Câmara de Campina Grande, o seu Projeto de Resolução que renova no âmbito da Casa Legislativa, a Frente Parlamentar de Defesa de Políticas de Atenção às Pessoas com Doenças Raras.

O projeto estende essa Frente às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, com vigência para a 18ª Legislatura. Ainda sobre esse tema nesta quarta-feira (25), às 10h no Plenário da Casa a CMCG, realizará uma audiência pública com os integrantes da Frente, em homenagem ao Dia Mundial das Doenças Raras, comemorada nesta data.

“Decidimos ampliar as atribuições da Frente, incluindo as Pessoas Com Espectro Autista como destinatários e beneficiários das ações que serão desenvolvidas doravante pela frente. Afinal, essas pessoas enfrentam as mesmas dificuldades para o reconhecimento de direitos e para a inclusão, que as pessoas com doenças raras”, disse o parlamentar.

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