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Maranhão autoriza estudos para concurso na Codata

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O governador José Maranhão autorizou a Codata – Companhia de Processamento de Dados da Paraíba, a realizar estudos objetivando a realização de concurso público com oferta de 100 vagas nas áreas administrativa e técnica.

De acordo com o diretor presidente da Codata, Hipólito Machado Raimundo de Lima, que foi recebido em audiência pelo governador na noite desta terça-feira, o concurso deverá ser realizado dentro de seis meses e as vagas são para programador, analista de sistema, operador de computador, técnico administrativo de nível médio e superior, motorista, dentre outras funções.

Fundada em 1977 a companhia realizou o último concurso em 1999 no primeiro Governo de Maranhão. A empresa hoje tem 93 servidores, sem incluir alguns oriundos de outros órgãos.

Hipólito Machado revelou ao governador que, nos últimos seis anos a empresa sofreu um processo de sucateamento de seu parque tecnológico jamais visto em seus trinta e dois anos de existência, tanto é que altos investimentos estavam sendo pagos a empresas privadas. Maranhão determinou a imediata reestruturação da Codata e cerca de R$ 2 milhões serão aplicados em novos equipamentos e treinamento de seus funcionários do corpo técnico.

Estes recursos vão representar uma enorme economia para o Estado e devolver à empresa sua real missão. Hipólito destacou que a Codata necessita urgentemente de uma atualização tecnológica. Revelou que o concurso público vai oxigenar os quadros e revitalizar a empresa responsável pela tecnologia de informação do Estado da Paraíba. Com os investimentos, o Governo Maranhão vai colocar a Codata no patamar que ela merece, deter a tecnologia de ponta. Hoje seu banco de dados é desatualizado e por isso há perdas de clientes.

Além de servir a administração direta do Poder Executivo, a empresa também tinha como clientes os Poderes Legislativo, Judiciário e o Ministério Público. “Nos últimos seis anos a empresa parou no tempo e no espaço”, disse Hipólito. Foi priorizada a contração de empresas da iniciativa privada, no entanto, o custo da Codata é infinitamente inferior ao custo de empresas privadas. Falta de recursos não era o problema, acrescentou o dirigente da estatal. A política da Codata é em prol da sociedade, não visa lucro. “A companhia precisa resgatar seu poder de informação, gerindo e preservando essas informações estratégicas do Governo. Nas mãos de empresas privadas isto é temeroso”, concluiu Hipólito, ressaltando que ele não é contra a iniciativa privada, apenas destaca que, no caso da Codata, custou muito caro ao Governo a opção por terceirizar serviços.

O novo diretor presidente da Codata tem 29 anos, é natural de João Pessoa, formado em Administração, com MBA em informação para órgãos executivos, pela USP, advogado, Pós-Graduado pela Universidade do Sul de Santa Catarina e professor de Direito da FAP.

A Companhia de Processamento de Dados da Paraíba é uma sociedade por ações, economia mista de direito privado, sendo o maior acionista o Governo do Estado, vinculada à Secretaria de Estado da Administração, segundo a Lei Complementar nº 67/2005. Foi criada com o propósito, de prestar serviços de informática aos órgãos centralizados e descentralizados que integram a Administração Pública Estadual, bem como à iniciativa privada.

A Companhia é administrada por um conselho de Administração e por uma Diretoria Executiva, composta de um Diretor Presidente e dois Diretores, um Técnico e outro Administrativo/Financeiro, com poderes e atribuições definidos em lei e pelo devido estatuto.
 

Secom

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