Categoria não descarta possibilidade de greve

Representantes das polícias Civil e Militar devem se reunir nesta quarta-feira (29) com o governador da Paraíba João Azevêdo. A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Jean Nunes, durante entrevista em emissora de rádio de João Pessoa nesta terça

Nunes garantiu que o governador tem interesse em ouvir as reivindicações da categoria e, desta forma, buscar uma solução para evitar a paralisação dos serviços de segurança do estado.

Representantes dos agentes e dos policiais declaram que não descartam a possibilidade de iniciarem uma greve no início de fevereiro.

O secretário Jean Nunes ressaltou que o governador João Azevêdo está empenhado em dialogar com a categoria e atendê-los desde que não ultrapasse o limite financeiro da administração.

De acordo com Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB, uma Assembleia Geral Extraordinária está agendada também para esta quarta. O agentes devem discutir sobre o Subsídio, a Reforma da Previdência dos servidores da Paraíba.

Confira comunicado emitido pela associação:

ASPOL/PB realizará Assembleia Geral e policiais civis podem paralisar atividades

 A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB realizará, na quarta-feira (29), a Assembleia Geral Extraordinária da categoria. Investigadores criminais se reunirão para avaliar o momento atual da Polícia Civil e decidir por paralisação das atividades no Estado. O encontro acontecerá, às 15h, no Auditório do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, no bairro de Água Fria, em João Pessoa.

Na pauta da Assembleia está a discussão sobre o Subsídio, a Reforma da Previdência dos servidores da Paraíba, que será votada no retorno das atividades da Assembleia Legislativa e a paralisação da categoria.

“Os policiais civis passam por um momento de avaliação e reflexão sobre a situação atual na Polícia Civil. Temos que manter a união neste momento difícil e mostrar a insatisfação diante da falta de diálogo, desestrutura de algumas delegacias, pior salário do país, descumprimento do subsídio, gratificações defasadas, hora extra abaixo do valor constitucional, falta de publicação das escalas de plantão e convocações compulsórias, falta de recomposição salarial, que leva os investigadores a receber o pior salário do país há 10 anos. Esperamos a participação de todos na Assembleia para decidirmos os rumos da categoria”, disse a presidente da ASPOL/PB, Suana Melo.

 

PB Agora

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