Por pbagora.com.br

Se tem um assunto que causa dúvidas e gera certo mistério é a morte. E existem diversas maneiras de se lidar com o assunto, especialmente quando ela chega a alguém próximo. Em nossa cultura atual rituais como velório e enterro são mais do que comuns, e sabemos que todos nós passaremos por isso um dia.

Mas há muitos anos atrás existia uma outra maneira de se homenagear os mortos. Eu mesma só tomei conhecimento do assunto quando assisti há uns dez anos atrás ao filme Os Outros, que aborda o tema. Confesso que achei medonho e bastante bizarro, mas também um tanto quanto curioso.

 

Homem morto “posando” para o fotógrafo.

Post- Mortem  vem do latim e significa  após a morte, aí já dá pra imaginar né, fotos post-mortem, fotos após a morte. Tenso.

Essa “prática” teve origem no século XIX, na Inglaterra, mas precisamente na era vitoriana (1837- 1901), quando a Rainha Vitória pediu que fosse fotografado o cadáver de um parente próximo que acabara de falecer para que ela guardasse a foto de lembrança. Em pouco tempo esse ato se tornou costumeiro se espalhando por diversas partes do mundo. Todos queriam prestar uma última homenagem a seus entes queridos e eternizá-los de certa maneira. Para isso em muitos casos, as fotos tiradas retratavam momentos do defunto com sua família, como se estivesse vivo. Eram feitas armações de madeira que sustentavam os corpos já sem vida, criavam-se poses e os mortos eram maquiados, tendo em muitos casos os olhos pintados sobre as pálpebras para manter o aspecto de vivacidade que já não tinham.

A criação dos tais álbuns dos mortos funcionava como uma espécie de negação da morte. Muitos acreditavam que através da foto tirada a alma de seu ente querido ficaria viva para sempre naquele pedaço de papel. Com o passar dos anos essa prática foi sendo esquecida e hoje em dia é vista por todos ( pelo menos a maioria, pois há relatos de que em alguns países isso ainda seja comum ) com certa bizarrice.

Muito mais bizarro que isso é saber que existem sites de leilões, sim, LEILÕES dessas fotos.

AS PESSOAS PAGAM , E MUITAS VEZES CARO, PRA TER UMA FOTO DESSAS EM CASA. Há gosto pra tudo né…

Se você é uma pessoa que se impressiona fácil, aconselho a não ver as fotos que postei. Caso contrário, se você não se importa e até tem curiosidade, basta digitar no google fotos post-mortem e você encontrará uma infinidade de fotos e histórias.

*Conversando com a minha mãe sobre o assunto descobri que minha finada vozinha tinha algumas fotos dessas. Ainda não tive oportunidade de vê-las, mas assim que conseguir pegá-las com meu avô eu atualizo o post com fotos dos meus antepassados mortos. AFFE.

Esta jovem está morta e existe uma sustentação de madeira por baixo do vestido a mantendo em pé. Na maioria das fotos podemos notar crianças ou pessoas jovens, pois naquela época a taxa de mortalidade entre eles era muito alta. 

 

Aqui foi “encenada” uma situação em que a criança morta parece brincar com sua boneca.

Os pais posam ao lado da filha falecida. Nota-se que a jovem está maquiada.

Nesta foto o marido está vivo e sua esposa morta. Registro de 1845.

Já nesta foto o casal está morto. Os dois estão bastante maquiados.

O bebê está morto. Note os olhos pintados sobre as pálpebras da criança.

Pasmem, pai e filho estão mortos!

A pobre garotinha parece desconfortável na foto com seu irmão falecido.

A garota que está em pé está morta. Observe a cor de suas mãos.

A linda garotinha morta brinca com suas bonecas preferidas. A boneca da direita parece estar com o olhar triste. Amedrontador.

Todas as mulheres desta foto estão mortas. A moça virada de costas está com o rosto desfigurado.

Em alguns casos fica realmente difícil de notar quem está realmente vivo na foto! E aí ficou com medo?


 

 

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