Por pbagora.com.br

Os primeiros cinco meses do governo de Jair Bolsonaro já podem ser considerados os mais desastrosos da história da política ambiental brasileira. São muitas as evidências de que está em curso uma operação desmonte que alcança diferentes setores da administração pública é o que pensa o membro da Rede Paraibana de Educação Ambiental da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Tarcísio Valério da Costa.

Para ele, não há o que comemorar nesse governo no tocante a política do presidente Jair Bolsonaro voltada aos recursos naturais dos estados brasileiros. Há ações que já têm impacto na Paraíba.

Tarcísio Valério cita como exemplo, a extinção do Departamento de Educação Ambiental (DEA). Instituído pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 1999 para desenvolver ações a partir das diretrizes definidas pela Lei 9.795/99, que estabelecia a Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA, o DEA tinha como responsabilidade formular e elaborar políticas públicas de educação ambiental nos estados brasileiros.

O Departamento foi extinto em janeiro deste ano e Tarcísio Valério da Costa, lamentou a decisão. “ A educação ambiental, que é a base de todo o processo de sensibilização da sociedade, passa a não ter mais um setor que incentive esta discussão nos municípios e estados”. Ele destaca que entre as ações desenvolvidas pelo DEA, está a constituição das Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental, a promoção de cursos para técnicos da área, e as Salas Verdes, espaços destinados à reflexão e preservação do meio ambiente.

Redação

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