De acordo com o Coordenador da Defesa Civil de Campina Grandel, Ruiter Sansão, no período do feriadão que se aproxima, a Defesa Civil estará funcionando no plantão de 24 horas, atendendo pelo telefone emergencial 199 e pelo whatsApp 99645, 2330. É importante informa a população para o caso de necessidade.

No que diz respeito as chuvas neste mês de junho não atingiram 85 milímetros, de acordo com a informações da AESA, nos últimos dias choveu de uma maneira mais intensa no litoral, e Campina Grande não chegou a 40 mm, logo, de acordo com Ruiter, não há tantas ocorrências assim.

Ruiter Sansão destaca que, “as ações preventivas de Defesa Civil em todos os órgãos da Prefeitura, principalmente Secretaria de Serviços Urbanos, Secretaria de Saúde, Secretaria de Assistência Social e que tem como fundamento o diagnóstico dado pelos técnicos da Defesa Civil, essas ações preventivas são cotidianas e seguem sendo feitas dentro de três parâmetros: o acumulado de chuvas (volume em 72 horas); a previsão da meteorologia; e a visita de campo ou seja o monitoramento”,

Durante o monitoramento, a Defesa Civil vai constatar a necessidade ou não de intervenções por parte do Poder Público ou não. Intervenções como: limpeza e drenagem macro ou micro que são executadas pela Secretaria de Serviços Urbanos; relocação de famílias de casas que apresentam grau de risco, que deve ser realizada pela Assistência Social.

Em relação a marquises no centro da cidade, o trabalho de monitoramento vem sendo realizado por uma equipe coordenada Jean Medeiros desde o início de janeiro, acompanhado por um fiscal e um engenheiro da Secretaria de Obras, atendendo a uma recomendação do Ministério Público.

A chuva mais perene e mais constantes ela causa principalmente problemas relacionados a desabamento de marquises que precisam de manutenção e quedas de árvores e muros.
Ruiter destaca que até o momento não foi registrada nenhuma ação de resposta ao atendimento da Defesa.

– Nós estamos em situação de atenção, em razão da meteorologia indicar chuvas em nossa região. Nós temos o estado de observação que é ao longo de todo o ano. Na condição de desastre vem a situação de alerta – informa Ruiter.

No período chuvoso de Campina Grande, a Defesa está em alerta no que diz respeito ao perigo de desabamento de marquises, tombamento de árvores, desabamento de muros e alagamentos pontuais em decorrência do solo já encharcado num sistema de drenagem deficitário e frágil.

De maneira oficial, em Campina Grande, a Defesa Civil trabalha com 12 áreas de riscos, de maneira extraoficial essas áreas sobem para 28. Sendo as mais conhecidas o Canal das Piabas, Vila dos Teimosos e toda extensão do Canal de Bodocongó, e a região do Canal do  Prado.

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