No começo dessa semana, o Brasil acompanhou a tragédia com o desabamento do Edifício Andrea em Fortaleza. O caso acendeu uma alerta para os prédios antigos e inacabados. Em Campina Grande, um edifício erguido ha mais de 50 anos bem no Centro da cidade, na rua João Suassuna, tem preocupado comerciantes e a população. No térreo do prédio funcionam quatro estabelecimentos comerciais.

O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura fez uma vistoria. Como o prédio não foi concluído, as paredes antigas expostas ao sol e a chuva, podem comprometer a edificação do edifício, conforme alertou o engenheiro Geraldo Magela.

Os herdeiros do Edifício Tabajara, garantem que o imóvel encontra-se em situação regular e não oferece riscos de desmoronamento ou qualquer perigo ao entorno do local.

Segundo um dos proprietários, o prédio passou por uma recente avaliação pericial e, de acordo com o laudo técnico , foi descartado o risco de desmoronamento.

Apesar da obra inacabada há muitos anos, o Edifício Tabajara tem estabelecimentos comerciais funcionando em seu pavimento térreo.

A procuradoria do Município de Campina Grande instaurou diversos processos para apurar mais de 3 mil construções irregulares na cidade.

Em muitos dos casos, se refere a espaços públicos, principalmente canteiros, invadidos por particulares, que edificam desde barracos até prédios maiores.

Um prédio que começou a ser construído no centro da cidade e permanece inacabado também é alvo de ação pela procuradoria.

 

Severino Lopes
PB Agora

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