Por Wellington Farias

Se tivesse partido de um leigo, um desinformado, até que daria para engolir. Agora, de um médico, um secretário de Saúde – no caso Fábio Rocha – escolhido a dedo por Cícero Lucena para sua equipe, desdenhar das apreensões sobre o Coronavírus foi demais.

Desdenhou sim senhor! Poucos dias depois de assumir o cargo, ele se referiu à onda de apreensão sobre o avanço do coronavírus como sendo um “mi mi mi” e, de quebra, ainda deu início à defesa de que as escolas voltassem às aulas presenciais.

Contaminação
Ora, para empacar a propagação do Coronavírus, até agora só tem duas saídas: distanciamento e isolamentos sociais, nada mais. A vacina reduz os riscos e atenua eventuais gravidades decorrentes do vírus, mas não impede a contaminação totalmente.

Como, então, se precaver da propagação de vírus indo em sentido contrário? Afinal, escola presencial significa aglomeração de público, não tem outra. Dez alunos numa classe é aglomeração. Anda mais em se tratando de um povo que, em sua maioria, não tem a educação suficiente para enfrentar o problema; não tem consciência do risco que corre e que impõe ao próximo, haja vista as campanhas eleitorais, o carnaval etc.

Não funciona
Não adianta: qualquer proposta que vise a juntar gente é absolutamente inviável em meio a uma pandemia. Transportes coletivos proporcionam aglomeração, escola presencial é aglomeração; bares abertos são aglomeração, e por aí vai.

Repercussão
Pegou muito mal as declarações do secretário de Saúde do Município de João Pessoa que, segundo a reclamação geral dos evangélicos, ele teria chamado um pastor de palhaço, porque promovia cultos em meio à pandemia.

O deputado estadual Jutay Meneses (Republicanos) criticou as declarações de Fábio Rocha que, além de chamar um pastor de palhaço, defendeu prisão de religiosos. O parlamentar afirmou que um gestor público não pode ter essa atitude desrespeitosa e cobrou retratação de tão infeliz declaração.

Jutay Meneses destacou que o secretário chamou o pastor que realizou uma atividade de ‘palhaço de vermelho’, expondo total desrespeito a uma autoridade religiosa, a um cidadão.

Assembleia chega ao Brejo
A partir da próxima semana, a região do Brejo poderá acompanhar, pela internet, toda a movimentação do plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba. É que o Portal Mídia, o maior sistema de comunicação da região polarizada por Guarabira, comandado pela jornalista Michele Marques, irá retransmitir pela sua WebTV as sessões da Casa de Epitácio Pessoa.

Em defesa do Laureano
O deputado estadual Jeová Campos saiu em defesa da manutenção dos serviços do Hospital Napoleão Laureano. Disse o parlamentar: “O Laureano tem um papel fundamental de acolhimento e tratamento para os doentes de câncer e o faz com maestria, apesar das dificuldades que enfrenta.”

Jeová fez questão de reforçar as declarações do médico Joni Marcos que, em artigo publicado na imprensa, afirmou que “a Fundação Napoleão Laureano tem uma importância vital para o andamento e funcionamento do hospital devido a excelente relação que seu presidente Dr. Carneiro Arnaud tem com os deputados e senadores em Brasília que sempre dirigem suas emendas para manutenção e crescimento do Hospital.”

Por Wellington Farias

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