Por pbagora.com.br

Detalhes das duas novas fases da Operação Calvário que foram desencadeadas hoje mostram que os envolvidos usavam laranjas para tentar fraudar licitações e desviar recursos da Educação na Paraíba.

As pessoas envolvidas no esquema eram cozinheira, motorista e até um agente de limpeza, que tem uma vida simples, em bairros periféricos da cidade e figuravam como sócios de empresas com movimentações milionárias.

Uma cozinheira figura como sócia nas empresas L & M Lojão do Escritório LTDA e Alpha & Beta Construções e Soluções AP LTDA, que já foi citada na mídia nacional por supostas irregularidades no fornecimentos de livros à prefeitura de João Pessoa entre os anos de 2007 e 2010. Ela não foi denunciada pelo MP nessas fases, nem alvo de mandados judiciais.

A mãe da cozinheira, também aparece nas investigações por já ter figurado como sócia da empresa Construindo Conhecimento Editora LTDA. Ela foi denunciada pelo MP nessa fase.

Uma outra sócia dessa empresa, conforme a denúncia, é uma agente de limpeza, na prefeitura de Bayeux, que também já atuou como supervisora de ensino, na mesma prefeitura. Ela também foi denunciada pelo MP.

O esposo da agente de limpeza e pai da cozinheira, que seria motorista também foi denunciado por envolvimento com o grupo.

PB Agora

Notícias relacionadas

MPPB ajuíza ação de improbidade contra ex-prefeito de Riachão do Bacamarte

O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra o ex-prefeito do município de Riachão do Bacamarte, José Gil Mota Tito, devido a irregularidades praticadas no exercício de…

Câmara de Itatuba entra na mira do MP por contratação de fantasmas

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da Câmara Municipal de Itatuba, no biênio 2017 e 2018, Telbânio…