“A única coisa que eu exijo é liberdade”. Essa é a condição estipulada pelo  secretário chefe do Gabinete do Prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima para definir o futuro partidário.

Sem filiação desde que deixou o comando do Solidariedade na Paraíba, o ex-parlamentar, que atualmente é segundo suplente de deputado federal afirmou que está sem partido e já recebeu convite de pelo menos cinco ou seis legendas para se filiar. Ele destacou que “quem tem prazo não tem pressa” e que não está apressado para tomar essa decisão, tendo em vista que pode fazer a opção por um partido até abril de 2020.

“O partido que vou me filiar é o que me dá autonomia para praticar o que eu defendo. A única coisa que eu exijo é liberdade. Eu não aceito, nessa briga ideológica que sempre existiu, ser pautado. Partidos de esquerda eu estou fora”, frisou.

PRÉ-CAMPANHA

Bruno ainda ratificou a intenção de disputar a prefeitura de Campina Grande, em 2020, e adiantou que, para isso, se for necessário, se afastará da função que exerce na gestão municipal para se dedicar integralmente ao pleito.

“Possivelmente este ano, porque isso é uma questão lógica. Hoje a legislação eleitoral permite uma coisa chamada pré-campanha, que é autorizada pela legislação. Ou você faz uma pré-campanha de cerca de 60 dias ou você começa a ter pré-campanha antecipada, e tem mais tempo para conversar com a cidade. Preciso definir o limite para que eu possa atuar como pré-candidato, eu não misturo as coisas. Não posso me dedicar o tempo inteiro como secretário e terminar perdendo o tempo para fazer a pré-campanha”, emedou.

 

PB Agora

 

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