Por pbagora.com.br

Gilberto Lyra Stuckert Neto, acusado de assassinar a ex-professora universitária, Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, no dia 19 de junho de 2012, no apartamento da vítima, no bairro do Bessa, foi a júri popular nesta segunda-feira e após cerca de dez horas de julgamento, foi condenado por homicídio qualificado, a 17 anos e 6 meses de prisão inicialmente em regime fechado.

 

O julgamento teve início por volta das 9h e foi presidido pelo juiz Marcos William de Oliveira, no 1º Tribunal do Juri de João Pessoa.

 

A primeira testemunha de acusação a ser ouvida era vizinha de Briggida e a única testemunha de defesa de Gilberto, seu prório pai, não compareceu após apresentar atestado médico.

Por conta do grau de parentesco, a mãe e uma prima da vítima, que eram testemunhas, foram ouvidas apenas como declarantes.

Relembre

 

A professora Briggida Lourenço foi encontrada morta em seu apartamento, em João Pessoa, com sinais de estrangulamento. O ex-companheiro dela, Gilberto Stuckert Neto, é o principal suspeito. 

 

De acordo com os autos, o acusado Gilberto, por volta das 17h38m, foi até o Apto. 203, do “Residencial Pétala”, localizado à Rua Professora Maria Lianza, nº 210, no Jardim Cidade Universitária e assassinou, por estrangulamento, Briggida Rosely, a época com 28 anos de idade e sua ex-companheira, asfixiando-a por ação mecânica, provocando-lhe a morte naquele mesmo local, sem lhe dar qualquer chance de defesa.

 

Ainda de acordo com o que narram os autos, a motivação torpe do crime, teria sido o fato de que o réu estava inconformado com o término do relacionamento de 8 anos com o acusado, acontecido em meados de abril do corrente ano, após longo período em que viveram afastados, por ele estar trabalhando em Brasília e ela, ter permanecido em João Pessoa.

 

O denunciado após a pratica do crime, telefonou para a genitora da vítima e disse: “Fiz uma besteira e agora vou me suicidar”. Em seguida, Gilberto ligou para o seu pai, quando confessou o crime.

 

PB Agora

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