As investigações da Polícia de Los Angeles apontam que a morte de Michael Jackson foi homicídio e as suspeitas recaem sobre seu médico pessoal, Conrad Murray, como publica nesta quarta-feira (15) o site americano TMZ.

O TMZ, especializado em notícias sobre famosos, se baseia em fontes policiais não identificadas para afirmar que o Propofol, um poderoso anestésico geralmente usado em cirurgias, foi a causa principal da morte do cantor. O sedativo foi encontrado pelas autoridades na casa de Michael Jackson.

 

Segundo o site, um dos mais graves efeitos secundários do Propofol –remédio disponível apenas para médicos e administrado por via intravenosa– é que pode provocar uma parada cardíaca caso usado em combinação com certos analgésicos. Uma vez administrado em doses exageradas, o remédio pode chegar a causar sozinho a parada cardíaca.

Fontes policiais consultadas pelo TMZ asseguram que há "sérios indícios" que identificam Murray como a pessoa que dava o anestésico a Michael Jackson. Segundo o site, o advogado de Murray não confirmou nem negou se seu cliente dava a Michael Jackson o Propofol. O médico estava presente no momento da morte do artista.

A suspeita sobre o mau uso do Propofol como causa da morte de Michael Jackson também foi alimentada há duas semanas pela enfermeira pessoal do cantor.

Segundo Cherilyn Lee, Michael sofria de insônia e pedia Propofol, conhecido comercialmente como Diprivan, apesar de o artista saber dos possíveis efeitos secundários. "Disse a ele que essa medicação tinha riscos", comentou ao canal CNN a enfermeira.

Lee disse ter se negado a atender aos pedidos de Michael Jackson e lhe informou sobre as consequências que poderia ter o uso de tal medicamento.

 

UOL

Deixe seu Comentário