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Índia: começa júri de acusados de estupro coletivo de estudante em Nova Délhi

O julgamento de cinco homens acusados da morte de uma estudante de 23 anos após um estupro coletivo, em um ônibus de Nova Délhi, começou nesta segunda-feira na capital indiana. Segundo o procurador Dayan Krishnan, os debates começarão no dia 24 de janeiro.

Os cinco réus, que têm entre 19 e 35 anos, são acusados de homicídio, estupro, sequestro e furto, passíveis da pena de morte. O júri é realizado a portas fechadas em um tribunal especial para acelerar o procedimento de um caso que comoveu a opinião pública indiana e provocou manifestações de protesto.

O início do julgamento foi atrasado até a tarde desta segunda-feira devido à solicitação do advogado de um dos acusados, que pediu que o processo fosse transferido a uma jurisdição de fora da capital. O pedido foi finalmente rejeitado.

Antes do início do julgamento, o pai da vítima havia pedido uma sentença rápida e exigido a forca para os autores da agressão. "O tribunal e os juízes têm o dever de pronunciar rapidamente uma sentença e de garantir que todos os homens sejam enforcados", disse.

"Nenhum homem tem o direito de viver depois de ter cometido um crime tão abominável", acrescentou o pai da vítima, cujo nome não pode ser revelado de acordo com o que rege a lei indiana nos casos de estupro.

A vítima, uma estudante de fisioterapia de 23 anos que voltava do cinema com o namorado, foi estuprada várias vezes em um ônibus, agredida sexualmente com uma barra de ferro e depois lançada para fora do veículo seminua.

A mulher morreu treze dias depois em um hospital de Cingapura.

 

Band

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