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Governo da PB estima que pelo menos 16 paraibanos vivem na Ucrânia e devem ser repatriados

A invasão das tropas russas à Ucrânia  que deixou o mundo apreensivo com a iminência de mais uma guerra mundial, tem preocupado muitos paraibanos que tem família nos territórios bombardeados.  Diante do do conflito, o governador João Azevêdo (PSB), determinou esforço concentrado para repatriação de paraibanos que estão na Ucrânia. O governo da Paraíba, através da Secretaria Estadual de Representação Institucional (SERI-PB), já se coloca à disposição dos paraibanos que desejem retornar ao Brasil.

Pelo menos 16 paraibanos podem estar vivendo na Ucrânia e precisam ser repatriados à Paraíba, conforme o secretário de representação da Paraíba, Adauto Fernandes. Ele explicou que durante uma reunião no último final de semana, com a embaixada da Ucrânia no Brasil, o Itamaraty confirmou que a Força Aérea do Brasil disponibilizou dois aviões para que brasileiros sejam repatriados.

Entre os 400 brasileiros, o Governo da Paraíba estima que estão pelo menos 16 paraibanos. São professores, jornalistas, jogadores de futebol, empresários, funcionários na área de tecnologia e profissionais liberais.

O número de 16 é a quantidade de brasileiros que procuraram a embaixada da Ucrânia no Brasil para regularizar a sua entrada (no país europeu). Aí o perfil desses paraibanos é de jornalistas, jogadores de futebol, profissionais liberais e profissionais da tecnologia da informação”, esclareceu o secretário.

Até a última sexta-feira, o número de paraibanos na Ucrânia ainda não havia sido confirmado pelo Itamaraty. Em suas redes sociais, o governador disse que já determinou a à Secretaria de Representação Institucional, que não poupe esforços para resgatar os paraibanos da área de conflito.  O país europeu é alvo de uma operação militar da Rússia, que começou nesta semana.

“Estamos nos colocando à disposição para auxiliar na repatriação dos paraibanos que estão na Ucrânia.
Determinei à Secretaria de Representação Institucional que não poupe esforços junto ao Itamaraty para minimizar os impactos aos cidadãos do nosso estado”, escreveu o governador.

Em outra postagem, João Azevêdo manifestou solidariedade ao povo ucraniano e repudiou os ataques russos. “Repudiamos que, nos dias de hoje, a força bélica seja usada para resolver um conflito, independentemente de sua natureza”, concluiu o governador.

De acordo com o secretário executivo da SERI-PB, Adauto Fernandes, todos os paraibanos e paraibanas que se encontram na Ucrânia podem entrar em contato, através do WhatsApp:para que o governo da Paraíba possa auxiliar nos trâmites de repatriação, no consulado europeu.

“Nossa secretaria, que tem sede aqui em Brasília, já está se mobilizando para que nenhum paraibano seja atingido com essas bombas. Estamos nos disponibilizando para ajudar a todos, assim como fizemos para repatriar os paraibanos que se encontravam em outros países, durante o início da pandemia”, ratifica Adauto.

Ainda conforme o secretário, a orientação do governador da Paraíba, João Azevêdo, é manter contato permanente com os setores consulares do Brasil na Ucrânia e a embaixada da Ucrânia no Brasil.

Adauto Fernandes acrescentou que as autoridades brasileiras afirmaram que, a qualquer momento, irão divulgar o plano estratégico para repatriar esses paraibanos e brasileiros que continuam na Ucrânia.

Segundo ele, ainda não é possível saber o número exato de paraibanos, mas isso deve acontecer na decolagem dos dois aviões da Força Aérea Brasileira.
A Ucrânia foi invadida por tropas russas. Na madrugada da última quinta-feira (24), a Rússia, com autorização do presidente Vladimir Putin, começou uma operação militar de ataque a Ucrânia. Vídeos divulgados mostram explosões e movimentações de tanques em diversas regiões ucranianas.

SL
PB Agora

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