O técnico Tite confirmou a escalação do Brasil com Neymar e Willian entre os titulares no último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, neste domingo (10), contra a Áustria, em Viena.

“O time de amanhã está confirmado, sim”, declarou o treinador. A Seleção entrará em campo com: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Willian, Paulinho, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.

No entanto, o treinador não confirmou que essa será a escalação do Brasil para a estreia na Copa do Mundo, no dia 17, contra a Suíça.

“Não sei afirmar a situação para o início da Copa. O jogo, o transcurso, a performance vão ditando, pelos atletas de alto nível que temos”, disse.

Na visão de Tite, aliás, o amistoso contra a seleção austríaca será o mais difícil para a equipe canarinha no aspecto emocional.

“Tento fazer meu melhor a cada dia, senão a coisa fica emocionalmente muito opressora. Temos um desafio nesse jogo, talvez seja o pior emocionalmente para jogar. Por que? Porque é a semana que antecede a estreia e há fatos de desempenho, risco de lesão, de perda de confiança. Tudo fica aflorado. O desafio é manter o desempenho para manter confiança e seguir nosso trabalho”, afirmou.

Questionado sobre o rodízio de capitães, o treinador brasileiro explicou como começou a adotar isso ainda nos tempos de Corinthians e falou sobre as lideranças na Seleção.

“Não tive uma inspiração para começar esse rodízio. Foi necessidade. Os três capitães estavam fora (no Corinthians) e eu conversei com a comissão técnica. Ai demos uma parcela de responsabilidade para cada escolhido. Vai ter rodízio na Copa entre os principais atletas, os mais experientes”, explicou.

“Todos nós. Temos que olhar para o lado e ver que de alguma forma, com alguma virtude, pode nos fortalecer. Cada um tem uma característica que vai empresar em diferentes situações. A liderança do Miranda é comportamental. Ele não precisa falar muito, a atitude e a conduta falam por ele. Tem que olhar para o lado e sentir uma sustentação forte”, acrescentou.

Presente ao lado de Tite na coletiva, o auxiliar Sylvinho falou sobre a qualidade individual e coletiva da Seleção, sobre sua relação com Tite e os planos de virar treinador no futuro.

“Não consigo ver o Brasil sem ter uma individualidade forte. Sempre vai ter e sempre vai se destacar. O que posso confirmar agora é que o nosso coletivo está muito forte. E isso dá muita ferramenta para o atleta em campo'”, ressaltou.

“Tite é uma referência para mim, um achado ter ido para o Corinthians em 2013 e poder trabalhar com a comissão técnica do Tite no primeiro semestre. Foi ideia do Edu Gaspar, demorei a passar no crivo, foram seis meses maravilhosos. Já tinha trabalhado com grandes treinadores na Europa. E tenho no Tite uma referência muito alta de treinador. É um estresse delicioso, quatro ou cinco reuniões diárias. Debatemos os mínimos assuntos para potencializar os atletas. Tenho aprendido muito. Um dia vou ter que caminhar sozinho, é um plano, vai acontecer naturalmente. Mas é a minha referência”, finalizou.

Goal

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