Por pbagora.com.br

Neste domingo, dia 19, contra a Queimadense, a partir das 16 horas, o time do Treze pode mais vez uma ratificar a condição de melhor equipe do segundo turno no Campeonato Paraibano. Até mesmo uma derrota, por dois gols de diferença, leva o Galo da Borborema à decisão desta fase, repetindo o que aconteceu na etapa anterior, quando chegou a final do primeiro turno.

O confronto da tarde está programado para o Estádio Governador Ernani Sátyro (O Amigão), onde um bom público está sendo aguardado.
Como venceu o primeiro confronto, na última quinta-feira, por 2 a 0, a diretoria do Treze espera que o torcedor alvinegro possa comparecer em bom número a maior praça esportiva de Campina Grande; no objetivo de celebrar mais uma classificação. 13.820 ingressos foram confeccionados. A venda antecipada começou desde a manhã de ontem em dois pontos estratégicos da cidade (Loja do clube e no Estádio Presidente Vargas).

Apesar da vantagem, tanto os integrantes da comissão técnica, como os jogadores do Treze, não estão fazendo o famoso discurso do “já ganhou”, sempre presente entre a torcida em situações do tipo. “Não ganhamos nada ainda. O que temos é muito trabalho. A Queimadense é uma boa equipe”, comentou o técnico Marcelo Vilar.

Para o confronto da tarde, o treinador do time alvinegro não vai poder contar com um jogador. O volante Rone, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, fica de fora. Para a vaga desse profissional, titular na partida passada, a tendência é que Toni volte a ficar entre os selecionáveis. Nas demais posições, Marcelo Vilar não deve fazer muitas alterações, mantendo o esquema 3-5-2.

O goleiro Rodrigues vem provando que a comissão técnica do Treze estava correta quando resolveu colocar esse profissional no time titular. Nas duas partidas que realizou, com a camisa número 1 do Galo, o atleta não tomou nenhum gol.

Em desvantagem
A situação não é das mais favoráveis e os atletas da Queimadense admitem isso. Mesmo assim, eles acreditam ainda ser possível levar o time de Queimadas a decisão do segundo turno. O problema é que nas quatro vitórias conquistadas pelo Carcará da Serra, em nenhuma delas o elenco tricolor conseguiu vencer por mais de dois gols de diferença.

Contra Esporte de Patos (3 a 2), Nacional (1 a 0) e Internacional (2 a 1), o time comandando por Valério Ramos venceu por apenas um gol de vantagem. Somente contra o Treze, quando derrotou o Alvinegro por 2 a 0, que esse panorama mudou. Mesmo assim, nessa partida o Treze entrou em campo com um time considerado reserva.

Em compensação, o discurso é de otimismo pelos lados da Queimadense. “Não é impossível. Quando se torna algo impossível fica difícil. Mas quando é algo possível a gente tem que sonhar. Não nos resta nada sonhar e fazer por onde conseguir esse resultado. Saímos do rebaixamento e nos classificamos para o quadrigular. Então, não tem nada de impossível, não”, desabafou o zagueiro Eduardo.

O mesmo pensamento teve o goleiro Paulo Renato. Segundo ele, o futebol está cheio de casos onde se conseguiram viradas que poucos acreditavam. “Temos que dividir os 90 minutos por etapas; buscando gols em cada 20 a 25 minutos, por exemplo. No futebol tudo é possível e são vários os exemplos de viradas espetaculares no futebol”, comentou.
 

Diário da Borborema

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