Por pbagora.com.br

 Agora é pra valer. O ano de 2008 ainda está guardado na memória do torcedor do Campinense. Naquele ano, o Rubro-negro conquistou o acesso para a Série B do Brasileiro. Três anos depois, a Raposa despencou na competição nacional e terminou na Série D onde permanece até hoje.

Agora os torcedores do Rubro-negro sonham com um novo acesso, desta vez para a Série C.Atual campeão paraibano, o Campinense está a quatro partidas do acesso. O primeiro duelo acontece neste domingo em terras paraenses. Na tarde deste domingo, a Raposa desafia o Operário do Paraná no Estádio Germano Kruger, em Ponta Grossa, às 15h30 no jogo de ida das oitavas de finais da Série D. A partida de volta acontece no dia 4 de outubro, em Campina Grande. O duelo é entre os dois campeões estaduais, está cercado por mistérios e contratações.

No Campinense, que terminou a fase de grupos com 14 pontos, o técnico Francisco Diá ganhou o reforço do volante Douglas Oliveira, que estava disputando a Série C e foi rebaixado com o Caxias do Rio Grande do Sul.

Pelo lado do Operário, as novidades são o volante Nata e o meia Doda, ex-Botafogo-PB.

Para essa partida decisiva, o técnico Francisco Diá terá a volta do atacante Túlio Renan, que cumpriu suspensão automática do terceiro cartão amarelo na derrota por 1 a 0 para o Globo FC, na última rodada da fase de grupos.

No entanto, Diá decidiu esconder a escalação. No último treino antes da viagem para Ponta Grossa, ele ganhou um dúvida: o zagueiro Joécio sentiu desconforto muscular na coxa direita.

Mesmo assim ele está relacionado para a partida. O atacante Rodrigão, mesmo sem estar cem por cento de suas condições físicas, também foi relacionado e pode reaparecer durante a partida.
Diá deve escalar o time com três volantes, incluindo Negretti que é paranaense e promete passar algumas informações da realidade do futebol do Estado.

A possibilidade do Operário-PR ter quatro desfalques para o jogo de domingo contra o Campinense não vem sendo levada muito a sério pelo treinador raposeiro, Francisco Diá. Segundo o técnico rubro-negro, tudo não passa de uma tática assumida pelo time paranaense para "esconder o jogo" antes do primeiro confronto válido pelas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro.

Operário – Campeão paranaense, o Operário se apega ao fator campo para iniciar bem bem sua participação no mata-mata da Série D, neste domingo, contra o Campinense. Este ano, o time alvinegro ostenta números invejáveis dentro do Estádio Germano Kruger. Foram 11 vitórias e apenas uma derrota. Por isso, o técnico Itamar Schulle, que já passou pelo Botafogo-PB, espera fazer bem o dever para levar boa vantagem para a decisão em Campina Grande.

Para o duelo de logo mais, Itamar tem quatro baixas: Os volantes Lucas e Jhonatan, o lateral Danilo Baia e o meia Renatinho, que sofreram lesões musculares. Destes, apenas Lucas é titular.

Com relação aos titulares, o treinador, que adotou a mesma estratégia do adversário, fechando os portões dos treinos para imprensa, só define a equipe no vestiário.

Prováveis escalações:

Operário
Paulo Sérgio; Alemão, Douglas Mendes, Sosa e Capa; Chicão, Nata (Pedrinho), Rennan Oliveira e Julinho (Doda); Rossi e Elionar Bombinha.

Campinense
Glédson, Grafite, Joécio (João Paulo), Tiago Sala e Ronael; Negreti, David Oliveira, Magno e Valdeir; Adalgiso Pitbull e Túlio Renan. Técnico – Francisco Diá

Árbitro – Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes – Wendel de Paiva Gouveia e João Luiz Coelho (RJ)

 

Severino Lopes

PBAgora

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