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Paraíba conquista primeiro lugar em ensino remoto no Brasil

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A Paraíba ficou em primeiro lugar em ensino remoto em todo o Brasil, conforme anunciou o Secretário de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, Cláudio Furtado. Ele  explicou que a conquista foi identificada por pesquisa feita pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID).

Em mais de um ano de aulas remotas devido à pandemia da Covid-19, o gestor destacou que mesmo com a crise, o estado manteve todos os investimentos na educação e isso refletiu na melhor avaliação dos programas de educação pública à distância da Rede Estadual.

“Em 2021 conquistamos esse primeiro lugar. Todos os investimentos em educação foram mantidos. Estamos com a nota 8,89 nos três eixos de monitoramento, acessibilidade e os meios”, destacou.

De acordo com o secretário, houve um salto no desempenho do ensino de 2021 em comparação a 2020. No ano passado, a Paraíba obteve nota 5.89,  e este ano, alcançou a nota 8,89. Mais detalhes na edição desta sexta-feira do O PODER PARAIBA.

O secretário observou que os números da nova pesquisa, mostram como a Paraíba continua investindo no ensino remoto. No ano passado, o Estado também  ficou em primeiro lugar no Brasil no Índice de Educação à Distância, conforme estudo da Fundação Getúlio Vargas.

Durante a pandemia de Covid-19, o estado obteve a melhor avaliação dos programas de educação pública EAD, por ter uma maior cobertura e menor demora na implementação da modalidade de ensino remoto para os alunos das escolas estaduais.

Tanto no ano passado, como neste ano, a pesquisa observou a data de introdução e a duração dos programas implementados; os meios utilizados para transmitir as aulas; os investimentos feitos para distribuir acesso à internet; as políticas adotadas para garantir a supervisão dos alunos e o tamanho da cobertura dos programas.

Estes indicadores formaram o Índice de Educação à Distância, que também avaliou os fatores citados acima ao longo do tempo. Estados com menor nota, normalmente, implementaram planos menos efetivos e de forma mais tardia.

O secretário de Estado, Cláudio Furtado, disse que a experiência em 2020 foi fundamental para aperfeiçoar o ensino híbrido que será adotado em 2021.

PB Agora

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