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“A gente respeita a gravidade do coronavírus”, diz diretora que teve permissão para voltar às aulas presenciais

Primeiro dia de aulas no CED 01 da Estrutural, uma das escolas públicas do DF onde foi implementado o modelo cívico-militar.
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A Justiça da Paraíba autorizou, em caráter liminar de urgência, que mais uma escola particular de João Pessoa volte às aulas presenciais. A autorização, da juíza Aylzia Fabiana Borges Carrilho, foi concedida ao Colégio Evolução, de ensino infantil, fundamental e médio, no sábado (28), mas se tornou público na última segunda-feira (30). Além do Colégio Evolução, a escola canadense Maple Bear João Pessoa, localizada no Jardim Oceania, também conseguiu autorização de funcionamento. Sobre essa reabertura a diretora pedagógica do Colégio Evolução, Cida Azevedo, destacou a imprensa que é possível a retomada das aulas presenciais, tendo em vista que as escolas estão se preparando desde o início da pandemia.

“A gente respeita muito a gravidade do coronavírus. Ao longo do ano, fizemos todo um treinamento dos profissionais, da equipe pedagógica a limpeza. Além das medidas de sanitização na escola, fazíamos o acompanhamento diário dos alunos e orientamos sobre os cuidados com relação à doença”, disse Cida Azevedo.

Mas se depender da Prefeitura de João Pessoa, por meio da Procuradoria-Geral, está informou que vai apresentar recurso contra a liminar que permitiu a volta do ensino presencial em estabelecimentos privados. De acordo com a Procuradoria, a reabertura do Colégio Evolução é uma afronta aos decretos estabelecidos pelos órgãos de Saúde. “Pretendemos entrar com este recurso o mais rápido possível”, disse o procurador Ademar Régis.

O procurador-geral esclareceu que cada juiz tem a independência funcional para tomar decisões de acordo com a consciência jurídica. No entanto, não pode haver uma insegurança jurídica. “Não pode haver decisões conflitantes dentro do mesmo Tribunal de Justiça. O Tribunal de Justiça da Paraíba já decidiu dar prevalência às decisões técnicas e científicas, baseado nos parâmetros que as Secretarias de Estado e Município têm fornecido. Espero que o Tribunal de Justiça modifique a decisão de primeiro grau”, argumentou.

Redação

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