Em 2016, ano que pode ser considerado o auge da crise financeira, a Paraíba conseguiu ampliar o seu número de empresas. Naquele ano, o Estado apresentou um total de 52.775 estabelecimentos, 364 a mais que no ano de 2015. O número não é expressivo, mas torna-se destaque em um período em que tanto Brasil quanto o Nordeste apresentaram perdas. Os dados são do estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2016, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Entre 2015 e 2016, a Paraíba ganhou 7.834 empresas, mas perdeu 7.470, o saldo final é positivo, com a criação de 364 novas unidades. O setor do Comércio e Reparo de Veículos lidera com folga em número total, com 28,8 mil empresas. Em seguida aparecem a indústria de transformação (4,1 mil) e a construção civil (3,6 mil). Os setores que mais cresceram naquele período foram os de eletricidade e gás, agropecuária e atividade imobiliária. As maiores perdas estão na administração pública, construção civil e informação e comunicação.

 

O estudo também traz dados das capitais, que mostram que João Pessoa seguiu a tendência paraibana. A cidade ganhou 418 empresas entre 2015 e 2016, fechando o ano com 16.740 estabelecimentos.

 

O número é resultado do saldo de 2.949 empresas abertas e 2.531 que precisaram fechar suas portas. Na Capital, o setor de comércio e reparo de veículos também liderou naquele ano com 7,1 mil empresas. A construção civil (1,8 mil) e o setor de alojamento e alimentação (1,3 mil) vêm em seguida.

 

Assim como no quadro geral do Estado, o setor que mais ganhou empresas naquele período em João Pessoa foi o de eletricidade e gás. Por outro lado, a capital teve destaque em empreendimentos das áreas de saúde humana e serviço social e das artes, cultura, esporte e recreação. No sentido contrário, perderam mais empresas os ramos de atividade imobiliária, informação e comunicação e construção civil.

 

Redação

 


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