Por pbagora.com.br

Por volta de quatro milhões de pessoas devem lotar os 60 shopping centers da capital atrás de um presente de última hora para o Dia dos Pais, que será comemorado amanhã. A estimativa é da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), e significa um volume 35% maior de consumidores circulando pelos centros de compras do que em sábados normais.

Movimento maior do que de costume também é esperado na região da Rua 25 de Março: 600 mil pessoas devem passar por lá no sábado, 50% a mais do que os 450 mil que costumam passar pelo local em sábados comuns.

Os atrasados devem, segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun seguir a tendência dos anos anteriores ao escolher presentes. “Vestuário é que mais vende nessa ocasião”, afirma ele. “No domingo o movimento ainda deve ser maior do que em outras semanas. Com certeza será o melhor final de semana do mês para as lojas de shopping”, estima. Para atrair a clientela, alguns shoppings fazem promoções, como o caso do Eldorado, que sorteará cinco passeios de Ferrari entre os clientes, e o Frei Caneca, que dá, para pessoas cadastradas no programa de fidelidade, kits de vinho a cada R$ 150 em compras.

“Pijamas, camisetas polo e até uma caixa de lenços com o nome bordado são coisas que saem bastante para os pais”, lembra o diretor da União dos Lojistas da Vinte e Cinco de Março (Univinco), Eduardo Ansarah.

A data é a quinta mais importante para o comércio varejista, – atrás de Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e dos Namorados – e, geralmente, os presentes têm preços médios mais baixos do que nas outras datas.

Dentre a freguesia que optar pelas lojas da região da Rua 25 de Março, Ansarah calcula que os filhos gastarão entre R$ 20 e R$ 60 com o presente. Já nos shoppings mais populares, Sahyoun calcula que o preço médio próximo a esse, entre R$ 30 e R$ 60, enquanto nos de classe média os gastos devem se entre R$ 180 e R$ 250. “Mas os eletrônicos também são bem procurados, e os presentes podem chegar a R$ 2,5 mil, caso de um bom laptop”, diz Sahyoun, que atribui às quedas dos juros básicos nos últimos meses e, consequentemente, dos juros para o consumidor, uma maior facilidade de se comprar bens de valor mais elevado.

Sem crise

O cenário econômico em recuperação anima o comércio e, tanto na 25 de Março como nos shoppings, a expectativa é de resultados melhores do que os do mesmo período do ano passado: a Alshop estima volume negociado 4% maior, enquanto Ansarah, da Univinco, fala em 10% a mais de vendas. “Para o comércio aqui da região, já não tem mais crise”, afirma Ansarah.
 

 

Estadão

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