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Bovespa sobe 1,18% com retorno de Wall Street; dólar marca R$ 2,02

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As ações brasileiras valorizam nos negócios desta terça-feira, com retorno dos investidores ao pregão da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Ontem, a ausência do mercado de Wall Street reduziu os negócios da Bolsa paulista para cerca de um quinto do volume regular. Na sessão de hoje, dados um pouco mais positivos da economia americana animam o mercado. A taxa de câmbio retrai para R$ 2,02.

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, valorizou 1,18% e alcança os 51.414 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,37 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 2,21%.

O dólar comercial é negociado por R$ 2,023, em um recuo de 0,14% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 296 pontos, número 3,58% abaixo da pontuação anterior.

Entre as principais notícias do dia, o instituto privado Conference Board mostrou que o nível de confiança do consumidor americano na economia de seu país voltou a melhorar: em maio, o indicador teve leitura de 54,9 pontos, ante 40,8 no mês anterior (dado revisado). A alta ficou muito acima do esperado pelos analistas, que projetavam crescimento para 42,3 pontos.

Ainda nos EUA, outra pesquisa privada apontou que os preços de imóveis sofreram uma queda recorde no primeiro trimestre do ano: o índice Standard & Poor’s/Case Shiller teve queda de 19,1% na comparação com o o início de 2008. Trata-se do pior desempenho para este indicador em 21 anos de série histórica.

Na Europa, o vice-ministro da Economia russo, Andrei Klepach, revelou que o PIB (Produto Interno Bruto) de seu país contraiu 10,5% em abril e 9,8% no quadrimestre. Ainda segundo Kleplach, a economia russa deve encolher entre 6% e 8% neste ano.

No front doméstico, o Banco Central informou que o volume de investimentos estrangeiros no país bateu a casa dos US$ 3,409 bilhões em abril, melhor resultado desde outubro do ano passado.

E a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apontou inflação de 0,34% pelo IPC na terceira quadrissemana de maio –30 dias até 23/05–, o mesmo índice da segunda quadrissemana do mês.

 

 

 

Folha

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