Por pbagora.com.br

Após quatro temporadas irregulares, Prison Break chegou ao fim em episódio dramático que só foi ao ar na TV na semana passada, no FX. Desculpem, leitores, mas já havia assistido a tudo há tempos. E não fiz absolutamente nada ilegal para ver o desfecho dos irmãos Michael Scofield e Lincoln Burrows. Não consigo entender porque os canais da Fox demoram tanto para trazer as séries para o Brasil. A demora é tão absurda que até a Fox Home Entertainment lança as atrações antes em DVD. E Prison Break estava lá, na locadora desde o mês passado. Claro, que não resisti. Bem, vamos ver o que consigo dizer, sem contar muito para não estragar a surpresa de quem vai ver Prison Break na Globo, que usa séries para cobrir as férias de seus programas. Após uma 1ª temporada incrível, com enredo original, personagens interessantes e uma trama de conspiração até realista, a série passou por problemas quando a tal Companhia surgiu. Com três temporadas com um dos personagens principais atrás das grades, o 4º ano trouxe a liberdade, mas os ex-detentos de Fox River não pararam de fugir. Para finalizar a série, os produtores até ressuscitaram Sarah – a atriz agradece aos fãs –, mas a coitada não tem sorte no fim, que traz muitas mortes. E uma delas, bem trágica. Fiquei triste. Foi a mesma sensação de quando vi o Gonçalo (Mauro Mendonça) morrer nas mãos da Flora (Patrícia Pillar) em A Favorita, na Globo. Mas vamos deixar novelas de lado. Depois que a sensação de tristeza passou, confesso que veio uma satisfação pela ousadia de matar tal personagem. Só é pena ver um moço tão bonito terminar a sete palmos… Vixe, falei demais!

 

Estadão