Três barragens da mineradora Vale, localizadas em Minas Gerais, entraram em alerta máximo para risco de rompimento. São elas: a barragem B3/B4, da Mina Mar Azul, na região de Macacos e Nova Lima, e as barragens Forquilha I e Forquilha III, da Mina Fábrica, em Ouro Preto.

Segundo a Vale, auditores independentes contratados pela própria empresa informaram que as estruturas não receberiam a declaração de condição de estabilidade por terem fator de segurança abaixo do novo limite estabelecido pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

“Assim, a Vale acionou, nesta quarta-feira (27), de forma preventiva, o protocolo para início do nível 3 do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração para três barragens.”

Por meio de nota, a mineradora informou que a evacuação de pessoas e animais já ocorreu em 16 de fevereiro na região de Macacos e Nova Lima e em 20 de fevereiro na zona rural de Ouro Preto. Como prevê o protocolo, com a subida para o nível 3, foi acionada a sirene de alerta.

“A Vale adotará as medidas necessárias, com apoio da defesa civil e os demais órgãos competentes, para orientar os moradores da Zona de Segurança Secundária de Macacos/Nova Lima e Ouro Preto e prepará-los, com treinamentos e simulado de evacuação, em caso de situação de rompimento de barragem.”

As barragens B3/B4, Forquilha I e III são barragens a montante, mesmo modelo da estrutura que rompeu em Brumadinho (MG) em janeiro deste ano. As três barragens, segundo a mineradora, estão inativas e, portanto, não recebem mais rejeitos.

Agência Brasil

 


Certificado digital mais barato para advogados e contadores. Clique e saiba como adquirir

 

Total
0
Compartilhamentos
Deixe seu Comentário
Notícias relacionadas

Projeto quer vetar BNDES de financiar projetos a governos estrangeiros

Um projeto de lei do Senado quer restringir recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento de projetos a governos estrangeiros. De acordo com o autor…

Justiça reconhece vínculo de motoboys com empresa por app

A Justiça do Trabalho de São Paulo determinou que a empresa de entregas Loggi reconheça o vínculo trabalhista dos motoboys que prestam serviço para a companhia. A decisão da 8ª…