Foto: Metrópoles

Uma verdadeira cusparada na cara dos brasileiros, sobretudo daqueles que (ingenuamente) acreditavam que um novo Brasil, mais ético, surgiria na “era Jair Bolsonaro”: o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, mandou suspender inquéritos para favorecer o filho do presidente da República acusado de envolvimento em grande falcatrua.

Não, você não entendeu mal, é isso mesmo. Repetindo com detalhes: o presidente do STF, Dias Toffoli, mandou suspender as investigações criminaia que usem dados detalhados de órgãos de controle, tais como como Coaf, Receita e BC, sem autorização judicial, atendendo a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Com esta brincadeirinha simplesmente é interrompida a apuração do Ministério Público do Rio sobre o filho do presidente Jair Messias Bolsonaro, que começou com compartilhamento de informações do Coaf.

Lembrando que, antes, a Justiça fluminense havia autorizado a quebra de sigilo bancário, e um relatório do conselho detectou uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

O Brasil assiste, perplexo, à sua corte Suprema agachada para os novos donos do poder…

Como não?!
Ou ninguém lembra a ameaça de um dos filhotes do presidente Bolsonaro que disse, com toda a as letras, que para fechar o Supremo Tribunal Federal bastaria um sargento e um Cabo?

Olha aí…
O Brasil está entrando em uma “ditadura sutil” com o governo de Jair Bolsonaro. A leitura é do sociólogo espanhol Manuel Castells.

Segundo ele, o atual governo pretende desmantelar a educação e mudar o imaginário da população para posições completamente opostas aos direitos humanos….

Assim, ó…
Participando de um seminário organizado pela Fundação Getúlio Vargas, Castells disse que o primeiro fator que evidencia essa “ditadura sutil” é o desmantelamento da educação, já que “uma população pouco educada, mal informada e malformada é muito mais manipulável”….

Crateras
João Pessoa não está um céu mas, pelo menos, está parecendo a lua: em qualquer direção que se vá o que se vê é muita cratera. Uma buracaria só.

É grave
O ex-diretor-superintendente da Odebrecht, Carlos Armando Paschoal, disse à Justiça de São Paulo que foi “quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido” e que teve que “construir um relato” no caso do sítio de Atibaia.
O processo, proposto pela Operação Lava Jato, rendeu a segunda condenação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Brasil zil zil zil…

Wellington Farias

PB Agora

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