Pagamento só será feito a quem tinha até esse valor em cada conta ativa ou inativa do fundo em 24 de julho. Quem já sacou R$ 500 terá direito à parcela complementar. Retiradas começam no dia 20 de dezembro e vão até 31 de março de 2020.

Mais de 10 milhões de trabalhadores poderão sacar a “parcela extra” de R$ 498 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), totalizando mais de R$ 2,6 bilhões em pagamentos, informou a Caixa nesta sexta-feira (13).

Tem direito a retirar o recurso quem tinha até R$ 998 em cada conta do fundo (ativa ou inativa) em 24 de julho deste ano. Para as contas com saldo superior a esse valor naquela data, o saque continua limitado a R$ 500.

“Se o saldo da conta no dia 24 era de até R$ 998, você saca a diferença. Se era superior, fica limitado aos R$ 500”, disse Paulo Angelo, vice-presidente de fundos de governo da Caixa, em transmissão ao vivo em uma rede social nesta sexta-feira.

Os saques poderão ser feitos a partir do dia 20 de dezembro e vão até 31 março do ano que vem.

O limite para a retirada dos recursos do fundo, inicialmente, era de R$ 500 por conta. Mas ao analisar a MP que autorizou os saques, o Congresso Nacional alterou o valor para até R$ 998. A lei foi sancionada por Bolsonaro nesta quinta-feira (12).

Para atender aos trabalhadores, as agências da Caixa terão horário estendido entre os dias 18 e 20 de dezembro.

– Agências que abrem às 8h: ficarão abertas mais 2 horas além do horário normal
– Agências que abrem às 9h: abrirão 1 hora mais cedo e fecharão 1h mais tarde
– Agências que abrem às 10h ou às 11h: abrirão duas horas mais cedo

 

G1

Deixe seu Comentário
Notícias relacionadas

Defesa Civil confirma 14 mortes na Grande BH por causa da chuva

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais informou, neste sábado (25), que 14 pessoas morreram em decorrência das chuvas que atingem o estado nos últimos dias. A informação…

Morre Ibsen Pinheiro, ex-presidente da Câmara dos Deputados

Morreu nesta sexta-feira (24), aos 84 anos, o ex-deputado Ibsen Pinheiro. Ele foi presidente da Câmara durante o processo de impeachment de Fernando Collor de Mello, em 1992. Ibsen estava…