Categorias: Brasil

Beija-Flor, Salgueiro e Vila são favoritas ao título no Rio

PUBLICIDADE

 Beija-Flor, com enredo sobre o Maranhão, Salgueiro, cantando a literatura de Cordel, e a Vila Isabel, com a história de Angola, saem na frente pelo título de melhor escola do carnaval do Rio de Janeiro. A escola de Nilópolis e a de Noel Rosa se apresentaram na noite de domingo, enquanto que o Salgueiro desfilou na noite de segunda-feira.

Mangueira e Portela também fizeram desfiles vibrantes, principalmente pela alta qualidade de seus sambas-enredo. Por fora, a União da Ilha, que veio com um desfile sobre a Inglaterra, também pode sonhar com as primeiras colocações.

As seis mais bem colocadas na quarta-feira de cinzas voltam a desfilar no sábado das campeãs.
Na parte de baixo da tabela, a Renascer conta com a sorte para não cair. A seguir, os aspectos negativos e positivos de cada desfile:

Renascer de Jacarepaguá:

ALTOS: A alegria contagiante dos componentes e o colorido das alegorias
BAIXOS: O enredo sobre Romero Britto foi bastante criticado desde a sua escolha.

Portela:

ALTOS: Belíssimo samba fez todas as arquibancadas cantarem junto com os componentes que voltaram a sonhar com uma escola forte e disposta a brigar por um lugar entre as grandes
BAIXOS: O acabamento mal feito de algumas alegorias.

Imperatriz Leopoldinense:

ALTOS: A escola também apresentou um bom samba em homenagem a Jorge Amado. A comissão de frente em referência ao romance Capitães de Areia foi uma das mais bonitas deste carnaval.
BAIXOS: O enredo, que deveria ser sobre Jorge Amado, ficou parecendo ser sobre a Bahia. Alas como Gabriela ou Tieta não foram bem executadas.

Mocidade Independente de Padre Miguel:

ALTOS: A boa parte estética das alegorias e a riqueza das fantasias para contar a vida de Portinari.
BAIXOS: Um problema no abre-alas fez a escola ficar quatro minutos parada, o que comprometeu sua evolução. O final foi tenso e corrido.

Porto da Pedra:

ALTOS: O abre-alas trouxe uma tigresa amamentando filhotes, já que o enredo era sobre o leite e o processo de transformação em iogurte.
BAIXOS: O mestre-sala teve problemas com sua roupa nas duas primeiras apresentações aos jurados, quando parte da fantasia caiu durante o desfile.

Beija-Flor:

ALTOS: O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Selminha Sorriso e Claudinho, a ala de baianas, o canto forte da comunidade, além da homenagem a Joãozinho Trinta.
BAIXOS: O último carro demorou a entrar na avenida e abriu um buraco quase até o primeiro setor de jurados.

Vila Isabel:

ALTOS: O ritmo kuduro contagiou. A escola veio colorida e com riqueza de detalhes nas fantasias. O contratempo (cadência de canto) nos versos finais do samba, inovação da Vila, obtiveram boa resposta de seus componentes.
BAIXOS: Com exceção do abre-alas, as alegorias estavam em tamanho reduzido.

São Clemente:

ALTOS: Enredo de fácil leitura, citando diversos musicais. Foi o melhor desfile na história da escola, conhecida como ioiô. A paradinha criativa, com uso de violinos, também foi um ponto positivo da agremiação.
BAIXOS: As primeiras alas estavam muito espaçosas, criando buracos.

União da Ilha:

ALTOS: A bem-humorada comissão de frente, fazendo graça com os rituais da realeza britânica, e o conjunto de alegorias bem acabadas.
BAIXOS: O último setor, referência aos jogos olímpicos, não teve tanta criatividade.

Salgueiro:

ALTOS: A comissão de frente bem ensaiada, o abre-alas com o colorido do artesanato nordestino, e o samba-enredo cantado com vontade pela escola.
BAIXOS: A paradinha de forró atrapalhou os ritmistas em alguns momentos, causando uma quebra da harmonia rítmica do samba. Aos cinquenta minutos, um problema no sexto carro afetou a evolução da agremiação.

Mangueira:

ALTOS: O samba foi o responsável por um dos mais marcantes momentos do carnaval 2012. Com a falha do sistema de som, os mangueirenses provaram que podem levar a escola na raça.
BAIXOS: A falha no sistema de som não permitiu que a bateria executasse bem todas as paradinhas previstas. A comissão de frente, representando um terreiro com orixás, também não causou impacto.

Unidos da Tijuca:

ALTOS: Mestre-sala e Porta-bandeira, vestidos de Lampião e Maria Bonita, além da bateria e da ala de baianas, vestidas de palha.
BAIXOS: A repetição de sósias de Michael Jackson, Roberto Carlos, Pelé, e outros “reis” ao longo do desfile.

Grande Rio

ALTOS: A homenagem a Joãozinho Trinta, no último setor, a beleza do abre-alas. A presença de atletas como Lars Grael e Minotauro.
BAIXOS: A quantidade exagerada de seguranças nas laterais, “protegendo” os artistas. Um dos integrantes que formavam o nome da escola passou mal e teve que ser socorrido.

 

IG

 

Últimas notícias

Paraíba registra a menor taxa de desemprego da história em 2025

A Paraíba vive um momento histórico no mercado de trabalho. De acordo com os dados…

20 de fevereiro de 2026

Cagepa denuncia pela quinta vez obra de drenagem da Prefeitura que danifica rede de esgoto em JP

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) informou nesta sexta-feira (20) que, pela…

20 de fevereiro de 2026

Wellington Roberto defende participação na escolha do vice de Cícero Lucena: “Tenho que ser ouvido também”

Aliado do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), na disputa pelo Governo da Paraíba,…

20 de fevereiro de 2026

Pré-campanha em Campina Grande movimenta auxiliares de Bruno Cunha Lima rumo a 2026

A cena política de Campina Grande começa a se intensificar na pré-campanha para 2026, com…

20 de fevereiro de 2026

VÍDEO: Mô Lima confirma apoio a Lucas Ribeiro ao Governo e reforça aliança com João Azevêdo e Nabor para o Senado

O vereador de João Pessoa, Mô Lima (PP), oficializou apoio ao vice-governador Lucas Ribeiro (PP)…

20 de fevereiro de 2026

“Deusdete está indo para o Tribunal de Contas, isso são favas contadas”, afirma líder do governo na ALPB

A ida do secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos da Paraíba, Deusdete Queiroga (PSB), para…

20 de fevereiro de 2026