Por pbagora.com.br

O goleiro Bruno, suspeito de envolvimento no desaparecimento e suposta morte da ex-namorada Eliza Samudio, de 25 anos, poderá receber neste domingo (1º), de 8 às 17 horas, a visita da avó e de um tio na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As informações são do site Hoje em Dia.

De acordo com a Seds (Secretaria de Estado de Defesa Social), somente os dois familiares se cadastraram, até a última sexta-feira (30), para visitar o goleiro no presídio. Também a partir deste domingo, o amigo e secretário do jogador, Luiz Henrique Ferreira Romão, o “Macarrão”, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, poderão receber os parentes. Todos eles, no entanto, terão essa primeira visita monitorada por agentes do presídio.

Macarrão poderá ser visitado pelos pais, a avó e uma tia. Já Bola, pela esposa, os três filhos e um irmão. Ainda de acordo com a Seds, a presença dos familiares pode ocorrer dentro do período em que os suspeitos estiverem presos. Porém, apesar da expectativa de que os parentes possam aparecer neste sábado (31) na Nelson Hungria, eles poderão adiar a ida ao local.

Na manhã deste sábado (31), os detentos da penitenciária de segurança máxima puderam receber a visita de seus familiares. O subdiretor da Nelson Hungria, José Carlos Alves, informou que um grupo de agentes está responsável exclusivamente pelos indiciados no inquérito da Polícia Civil mineira sobre os crimes cometidos contra Eliza.

Liberdade

O advogado de defesa do goleiro Bruno, Ércio Quaresma, deve entrar com um pedido de liberdade para o jogador na próxima segunda-feira (2). Ele e outros seis clientes de Quaresma foram indiciados pela Polícia Civil de Minas Gerais na última quinta-feira (29) e responderão por sequestro, assassinato e ocultação do corpo da ex-amante do atleta.

Bruno, Luiz Henrique Ferreira Romão (o Macarrão), Flávio Caetano de Araújo (Flavinho), Wemerson Marques de Souza (Coxinha), Dayanne Rodriques do Carmo Souza, Elenilson Vitor da Silva, Sérgio Rosa Sales (o Camelo) e Fernanda Gomes de Castro foram indiciados por homicídio, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores.
Já o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, responderá por homicídio qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver.

O adolescente de 17 anos, primo de Bruno, que assumiu participação no crime, ainda aguarda uma decisão da Justiça para a representação feita pelo Ministério Público de sequestro, assassinato e ocultação de cadáver.
 

 

R7

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