João Pessoa, 20 de Novembro de 2017

03 de Maio de 2016

Combate ao bullying avança, mas vigilância precisa ser “diária”

Combate ao bullying avança, mas vigilância precisa ser “diária”

 Tema cada vez mais presente no debate educacional, a ação contra o bullying ganhou uma data especial no calendário e um reforço nas salas de aula. A lei que institui 7 de abril como Dia Nacional do Combate ao Bullying foi sancionada sem vetos nesta segunda-feira (2).


Defensor de medidas preventivas contra esses atos de violência física ou psicológica, praticados dentro das escolas, o deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) comemorou a sanção do projeto.


"O dia nacional simboliza uma data específica para chamar atenção ao tema. Mas a prevenção ela é diária”, comenta.


Segundo o parlamentar paraibano, o esforço em torno da matéria já sinaliza um avanço no debate. Efraim diz também que a reflexão anual do assunto aponta para uma melhoria no cenário atual de violência nas escolas, pois funciona também como medida de conscientização.


Mas o democrata alerta para a atenção contínua que deve ser mantida nos centros de ensino. “A vigilância nas escolas pelos professores, psicólogos, profissionais vinculados ao tema ela tem de ser diária."


Considera-se bullying todo ato praticado por indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas no ambiente escolar, com o objetivo de intimidá-la, agredi-la ou discriminá-la, o que caracteriza um processo de vitimização em uma relação desmedida de poder entre os envolvidos.


Essa data foi escolhida para marcar o conhecido massacre de Realengo, quando em 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira e disparou uma arma contra os estudantes. O ataque terminou com a morte de 12 alunos com idades entre 13 e 16 anos. O atirador acabou cometendo suicídio na própria escola.


PB Agora



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