João Pessoa, 19 de Agosto de 2017

23 de Setembro de 2011

Jornais internacionais trazem caso da mulher que teve morte simulada com ketchup

Jornais internacionais trazem caso da mulher que teve morte simulada com ketchup

O caso da mulher que teve a própria morte simulada com ketchup repercutiu na imprensa internacional. O jornal inglês "Daily Mail" classificou a história de “bizarra” e destacou a declaração do delegado responsável pela investigação dizendo que “em oito anos de trabalho policial, nunca ouvi nada parecido com isso”.

Reproduziu ainda a declaração de um vendedor da cidade de Pindobaçu (BA), que ficou incrédulo com o fato de a mulher que encomendou a morte de Eronildes Aguiar Araújo não ter percebido que a faca estava presa na axila da mulher “morta”.

O “Metro”, também do Reino Unido, comparou a história a um roteiro de filme. O jornal traz fotos da simulação da morte – com a legenda “final horrível” para a “vítima” – e de Ironildes dando entrevista para TV depois do episódio, sã e salva.

A história da mulher que se salvou porque o homem contratado para mata-la acabou se apaixonando por ela ganhou fama na cidade de aproximadamente 20 mil habitantes. Segundo investigação da polícia, um homem identificado como Carlos Roberto de Jesus aceitou receber R$ 1.000 para matar Eronildes, mas resolveu simular o crime junto com ela.

O caso já rendeu o apelido de “Mulher Ketchup” para a dona de casa. Apesar das piadas, a história está sendo vista com bons olhos por dirigentes do município, pela divulgação que está proporcionando para Pindobaçu.  



Uol



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