João Pessoa, 25 de Maio de 2013

Giovanni Meireles

Giovanni Meireles

08 de Abril de 2012

DOM

08.04

Coligação tenta formar Frente de Esquerda

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No arco de alianças para formar coligações e ajudar nas atividades de campanha, o P-Sol está se articulando com várias agremiações políticas clandestinas, que não têm registro partidário legalmente reconhecido junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), muito embora existam de verdade, na prática, funcionando com sedes próprias, militantes filiados, etc. São eles:



Partido Pirata – Existente de maneira organizada em São Paulo, desde 2007, copiando o modelo que foi criado originalmente na Alemanha, Suécia e Portugal. Os ativistas do Partido Pirata já se reuniram publicamente em vários eventos, como o Campus Party, em São Paulo e o Circo Digital, no Rio de Janeiro, mas seu primeiro encontro oficial foi realizado nos dias 28 e 29 de março de 2009. Chamada de "1ª Insurgência Pirata", esse evento reuniu parcela de seus principais ativistas para definir as pautas de atuação do Partido Pirata no Brasil.



PCR – Partido Comunista Revolucionário, que foi muito atuante em assaltos a bancos durante a guerrilha urbana travada nos anos 1960/1970, com bases fortes em Recife-PE, das quais faziam parte alguns terroristas que atuaram na luta armada contra as forças da repressão em outras organizações de esquerda da época, como a AP – Ação Popular, que tinha bastante sustentação na chamada Igreja progressista, integradas pelos frades dominicanos Leonardo Boff, Frei Titto, o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Helder Câmara e o bispo da prelazia de São Félix do Xingu, Dom Pedro Casaldáliga, que pregava como missionário na região do rio Araguaia, no Sudeste do Pará (Bico do Papagaio, na fronteira entre os Estados de Goiás – hoje Tocantins – e Maranhão), numa área de criação de gado e plantio de castanhais, pontilhada por conflitos agrários, crimes de pistolagem motivados por brigas de terras e garimpos ilegais de ouro, como Serra Pelada.



Consulta Popular – Não é exatamente um movimento social, mas trata-se de uma articulação de militantes, reunindo petistas e não-petistas, dissidentes do PT, etc, onde não se considera como partido político, na acepção da palavra, mas se apresenta como um aglomerado de ideias capaz, porém, de aglutinar alguns coletivos, como Via Campesina, MST (Sem-Terras), Central de Movimentos Populares, Fórum Nacional de Lutas, Desabrigados pelas Barragens, Sem-Teto, Sem-Moradia, etc.

P-Sol articula apoio de partidos clandestinos

Além desses partidos clandestinos, o P-Sol vai tentar formar coligação com o PCO, PSTU e PCB, que não devem lançar candidatos a prefeito de João Pessoa, saindo Lourdes Sarmento (PCO) e Antônio Radical (PSTU) como postulantes a uma vaga de vereador.

Busca por três vagas na Câmara Municipal

A meta deles é eleger de dois a três vereadores, entre as legendas do próprio P-Sol – incluindo as agremiações não legalizadas – e mais os partidos da Causa Operária (PCO), Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) e Comunista Brasileiro (PCB).

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13

abr

Pedro Calixto - Lagoa de Dentro-PB
pedrocalixto85...

21h07

Boa luta aos camaradas do PSOL, PCB, PSTU, PCO e de todos os movimentos sociais e populares. Espero que todos esses partidos se unam e façam uma alternativa VERDADEIRAMENTE SOCIALISTA.